Deus do céu, estou doido para esta campanha acabar logo. Ganhar a eleição. E perdoar. Tem muita gente que tenho que perdoar. Especialmente um fofoqueiro do Conselho Estadual de Saúde, que não conheço e nem terei prazer em conhecê-lo, que publicou matéria em jornal afirmando que eu iria, se eleito governador, PRIVATIZAR A SAÚDE.
Talvez este cabeça oca não saiba que fui eu, justamente eu, que implantei o SUS neste Estado. Que sou médico. Que luto pela saúde pública, como direito de todos, há mais de trinta anos. Desde o tempo da luta pela oitava conferencia de saúde - da reforma sanitária brasileira, de se promover todas estas conquistas que temos hoje no Brasil.
Não se pode legalmente privatizar a saúde. Não se pode. De onde este camarada tirou tamanha insensatez?
Meus amigos, na saúde o setor privado pode e deve existir para complementar a saúde pública. Deus me livre se não tivesse o setor privado. Seria o caos. Mas, simplesmente como complementar. Agora, o serviço público pode credenciar serviços de terceiros, isto sim, e pode. Como é feito hoje. Irmãs Marcelinas, ok, concordo. Serviço credenciado. Hospital Central em Porto Velho, ortopedia, concordo. Serviços de radiologia, UTI, serviços renais e laboratorias. Por aí vai.
E ainda há legistalação que cabe ao poder publico ainda oferecer alguns serviços de saúde para serem geridos por organizações socais em saúde - as OSS. Visitei algumas delas em São Paulo, por exemplo, Cubatão. E vai muito bem. A lei de é de 1977, votei nela quando fui Deputado Federal.
No Pará vários hospitais regionais são dirigidos por OSS. São Paulo, Paraná e no Tocantins durante um governo inteiro, no passado.
Nunca falei em privatizar a saúde, porque não pode. Legalmente não pode. Eñtão amigos, esta boataria em final de campanha é normal, principalmente por candidatos que estão por baixo nas pesquisas. Procuram de todo jeito incomodar quem vai ganhar. Não se deixem impressionar por ondas bobas, sem razão e motivo. Vamos continuar firmes. Vamos ganhar as eleições para se por um ponto final nesta boatoria. E todos os fofoqueiros serão perdoados.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
BURITIS - NOTA AOS SERVIDORES DO HOSPITAL
Nesta fase da campanha surgem boatos do arco da velha. Inclusive, boato forte, que foi motivo do atual governador, em debate me questionar sobre a municipalização do hospital de Buritis.
Realmente, fiz comentário, na rádio local, em entrevista há alguns meses atrás sobre o tema. Mas, no sentido de ter defendido no passado e ter lutado muito, durante a gestão Volpi e governo Bianco, e eu Deputado Federal para que o hospital fosse municipalizado. Mas, o governo da época não aceitou ceder o pessoal e passar um adicional de R$ 150 000,00 a mais para custeio.
Não havendo acordo - a gestão de Buritis e Extrema ficaram por conta do Estado.
Quero deixar bem claro que este hospital foi construído com recurso que arrumei em Brasilia, quando fui Deputado e nada havia em Buritis. Tenho o maior carinho por ele porque foi fruto de muito esforço meu e dedicação do Governador Valdir Raupp, quem iniciou e deixou tudo prontinho para o Bianco inaugurá-lo.
Sou candidato a Governador, gosto de Buritis, se o hospital está bem como está, se o povo está satisfeito como está, se os funcionários estão satisfeitos como está por que mudar? por que mudar o que vai bem?
Então, redijo este texto com o objetivo de esclarecer a todos. Sou médico, portanto conhecedor de assunto, implantei o SUS em Rondônia em l987 e l988, sou construtor de hospitais em Rondônia (Cemetron, Machadinho, Brazilandia, Ji-Paraná, Cacoal -SESP, Alvorada, Médici, Jaru, Espigão, Cerejeiras, Monte Negro, Mirante da Serra e todos os pequenos dos antigos distritos que hoje são cidades). Os hemocentros de Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná.
Então vejam! boato em fim de campanha é uma desgraça. Dá um trabalha danado para se apagar tudo isto. Espero ter contribuído com a verdade pura e simples. No mais, aos que não me conhecem, por favor, procurem se informar primeiro. Agora, se o seu voto já está definido, nada posso fazer, mas, ao menos saiba da verdade e não me atrapalhe. Aos demais, vote 15 e sejam felizes.
Realmente, fiz comentário, na rádio local, em entrevista há alguns meses atrás sobre o tema. Mas, no sentido de ter defendido no passado e ter lutado muito, durante a gestão Volpi e governo Bianco, e eu Deputado Federal para que o hospital fosse municipalizado. Mas, o governo da época não aceitou ceder o pessoal e passar um adicional de R$ 150 000,00 a mais para custeio.
Não havendo acordo - a gestão de Buritis e Extrema ficaram por conta do Estado.
Quero deixar bem claro que este hospital foi construído com recurso que arrumei em Brasilia, quando fui Deputado e nada havia em Buritis. Tenho o maior carinho por ele porque foi fruto de muito esforço meu e dedicação do Governador Valdir Raupp, quem iniciou e deixou tudo prontinho para o Bianco inaugurá-lo.
Sou candidato a Governador, gosto de Buritis, se o hospital está bem como está, se o povo está satisfeito como está, se os funcionários estão satisfeitos como está por que mudar? por que mudar o que vai bem?
Então, redijo este texto com o objetivo de esclarecer a todos. Sou médico, portanto conhecedor de assunto, implantei o SUS em Rondônia em l987 e l988, sou construtor de hospitais em Rondônia (Cemetron, Machadinho, Brazilandia, Ji-Paraná, Cacoal -SESP, Alvorada, Médici, Jaru, Espigão, Cerejeiras, Monte Negro, Mirante da Serra e todos os pequenos dos antigos distritos que hoje são cidades). Os hemocentros de Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná.
Então vejam! boato em fim de campanha é uma desgraça. Dá um trabalha danado para se apagar tudo isto. Espero ter contribuído com a verdade pura e simples. No mais, aos que não me conhecem, por favor, procurem se informar primeiro. Agora, se o seu voto já está definido, nada posso fazer, mas, ao menos saiba da verdade e não me atrapalhe. Aos demais, vote 15 e sejam felizes.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
INTERNAÇÃO DOMICILIAR É POSSÍVEL
Prestar cuidados paliativos para pacientes que não tem mais chances de viver. Aqueles portadores de câncer terminal, outras doenças cronicas e degenerativas que os doentes não tenham mais nenhuma chance conchecida de recuperação. Aí sim, entra a INTERNAÇÃO DOMICILIAR.
Vi pela primeira vez este serviço em Sobradinho - Distrito Federal. Foi de lá que copiei o modelo e em 2005 e implantei em Ariquemes. Deu certo. Coisa simples. Eficiente. Além do mais cria-se com a internação domiciliar uma nova profissão - os cuidadores de doentes terminais.
No meu tempo de estudante de medicina, em Goiânia, Hospital Araújo Jorge, de Câncer, o paciente terminal seria aquele que se oferecia pra ele apenas o RHD - Regime higiênico e dietético. Mas, pra isto, não necessita do doente ficar no hospital, ele pode ficar em casa, cercado de cuidados da família, de afeto de todos.
Não tenho dúvidas que é o melhor modelo e qualquer doente, desde que esteja consciente dà a mais completa preferencia e autorização.
Vi pela primeira vez este serviço em Sobradinho - Distrito Federal. Foi de lá que copiei o modelo e em 2005 e implantei em Ariquemes. Deu certo. Coisa simples. Eficiente. Além do mais cria-se com a internação domiciliar uma nova profissão - os cuidadores de doentes terminais.
No meu tempo de estudante de medicina, em Goiânia, Hospital Araújo Jorge, de Câncer, o paciente terminal seria aquele que se oferecia pra ele apenas o RHD - Regime higiênico e dietético. Mas, pra isto, não necessita do doente ficar no hospital, ele pode ficar em casa, cercado de cuidados da família, de afeto de todos.
Não tenho dúvidas que é o melhor modelo e qualquer doente, desde que esteja consciente dà a mais completa preferencia e autorização.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
ACOLHIMENTO NA SAÚDE
É isto mesmo. A palavra de ordem é acolhimento. Esta palavra doce e mágica, que faz uma diferença danada na saúde. Nada mais significa do que receber bem as pessoas nas unidades de saúde de Rondônia. Isto parece tão fácil, tão barato, tão insignificante, tão natural. Mas, parece que é um pedra no meio do caminho. Ninguém consegue acolher as pessoas humanamente.
Creio que a maior obra do meu governo será implantar o acolhimento nas unidades de saúde. Mas, implantar mesmo. Uma força tarefa com esta missão. Temos que começar. Vi em Porto Velho, na Políclinica Ana Adelaide um serviço simples, mas, que já é de bom tamanho.
Receber as pessoas doentes com humanismo. Acolher.Se possível abraçar, ouvir, tocar, medir a pressão, sentir o tamanho da dor física ou mental. E depois informar bem. Só isto. E basta.
Creio que a maior obra do meu governo será implantar o acolhimento nas unidades de saúde. Mas, implantar mesmo. Uma força tarefa com esta missão. Temos que começar. Vi em Porto Velho, na Políclinica Ana Adelaide um serviço simples, mas, que já é de bom tamanho.
Receber as pessoas doentes com humanismo. Acolher.Se possível abraçar, ouvir, tocar, medir a pressão, sentir o tamanho da dor física ou mental. E depois informar bem. Só isto. E basta.
O QUE VIRÁ DEPOIS DA FUNASA
Nem posso pensar nisto. Vejo o pessoal da antiga SUCAM. Da extinta Fundação Sesp. Todos já chegandoà reta final de suas missões na efetiva promoção da saúde pública. Como é que se extingue órgãos tão importantes e históricos no Brasil?
Fico meio maluco com tudo isto.
Restam poucos técnicos de endemias. Maioria transferido, outros aposentados, outros mortos, e os poucos vivos estão nos municípios. Não vejo nada sendo feito para tirar deles o conhecimento acumulado. Daqui a pouco, sem mais nenhum deles, quem fará o controle da malária, dengue, leishmaniose e outras endemias?
Tudo vai cair no lombo do municipio. Municipio não aguenta mais a carga pesada de responsabilidades. Enquanto isto, Estado e União lavam as mãos como Pilatos.
Isto é um pouca vergonha.
Fico meio maluco com tudo isto.
Restam poucos técnicos de endemias. Maioria transferido, outros aposentados, outros mortos, e os poucos vivos estão nos municípios. Não vejo nada sendo feito para tirar deles o conhecimento acumulado. Daqui a pouco, sem mais nenhum deles, quem fará o controle da malária, dengue, leishmaniose e outras endemias?
Tudo vai cair no lombo do municipio. Municipio não aguenta mais a carga pesada de responsabilidades. Enquanto isto, Estado e União lavam as mãos como Pilatos.
Isto é um pouca vergonha.
sábado, 28 de agosto de 2010
SEM UM EFICIENTE PSF NUNCA HAVERÁ BOA SAÚDE
Sem fazer o básico jamais a saúde melhorará no Brasil e em Rondônia. Como Governador vou levar bem a sério a estratégia saúde da família e cada equipe do PSF no Estado. Porque compete ao Estado fiscalizar o desempenho das equipes. Não poderemos brincar de fazer saúde. Básico é o básico, tem que ser feito, senão vira uma imensa esculhambação depois.
Como é que não se pode descuidar do pré-natal, da orientação às crianças, da saúde na escola, da odontologia básica nas escolas, do hipertenso, diabético, idoso. De se prevenir das doenças, do planejamento contra as endemias. Puxa vida! não tem jeito.
Assim, o Estado deve cooperar com cada equipe, com cada municipio. A conta é alta, é grande, mas, deve ser iniciada e não só o dinheiro, que ajuda a prefeitura, mas, a fiscalização do desempenho de cada equipe. Feito isto, com certeza, a cadeia da saúde ficará azeitada e os hospitais ficarão com menor carga.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
JÁ COMEÇOU O QUEBRA PAU
Pra mim até que demorou, mas, afinal começaram as baixarias na campanha. Tem um jornal diário por aí, que há dois dias publica na primeira página que o CONFÚCIO vai privatizar a saúde e hoje que irá sucatear a saúde.
Meu Deus do céu, sucatear o quê? Mais do que já está? Só se for para chegar ao fundo do poço absoluto. E se for para privativar, quem quer comprar o João Paulo II, quem? Quem? Dou-lhe uma, duas e três, pá. Ninguém quer, ninguém quis. Então, só mesmo o CONFÚCIO pode dar jeito na saúde do Estado. E pronto.
Pare de falar besteira seu jumento. Por favor, se não vou deixar você aí no fundo do poço como está na foto. Está bem?
Quem é o cabeça de bagre que está pagando estas matérias? Pode se contentar camarada, pode se contentar, que a vitória já é minha. E a saúde irá melhorar e muito. Quem viver esta fase horrível, verá!
domingo, 22 de agosto de 2010
HOSPITAL DE CACOAL
Nada melhor do que um piloto experimental de administração hospitalar. Dois fatores pesam negativamente sobre a saúde pública. Gestão eficiente da rede e financiamento. O hospital regional de Cacoal poderia ser um demonstrativo diferente - eu o colocaria no modelo Organização Social de Saúde. É possível e legal. Tem lei do tempo do FHC que regulamenta o modelo.
Creio que devido a constante carência de especialistas, a administração mais livre e de fácil contratação de pessoal atenderia à imensa necessidade de um hosptial no miolo do Estado que atendesse aos municípios da Zona da Mata e da BR 429 (Vale do Guaporé).
Por exemplo, se faltar um anestesista, imediatamente a OSS contrata na hora. Venha de onde vier. Da mesma forma um ortopedista, dois ou tres. Estamos perdendo médicos para o Acre e Pará. Nestes Estados o modelo já está implantado.
Gostaria de ver um hospital e até mesmo o Pronto Socorro de Porto Velho gerido por uma Organização Social em Saúde (OSS).
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domingo, 8 de agosto de 2010
A SAÚDE NOSSA DE CADA DIA
Tem muita coisa que atravanca o bom atendimento de saúde nas unidades do SUS. Mas, muita coisa mesmo. A primeira é o uso e costume.
O pessoal acostumou-se com a "coisa" do jeito que ela é. E tudo foi aos poucos incorporando-se à paisagem cerebral como se fosse normal. É normal sala cheia. É normal paredes sujas. É normal descarga quebrada. É normal nem dá bola para o doente. É normal saltar por cima de doente no chão. Estas coisas todas que são altamentente vergonhosas incorporam-se às rotinas como o olhar se acostuma com a paisagem da rua.
A outra "coisa" é a falta de regra. A falta de procotocos de serviços. Cada médico faz o atendimento do seu jeito. Não há um padrão de conduta profissional. E daí pra baixo todo mundo segue a contraregra como se fosse a correta. Concluíndo - a má gestão impera.
Mais uma "coisa" é a falta de controle de estoque, o gasto mal gastado, o desperdício, a falta de avaliação de desempenho e metas para o futuro. A saúde tem cura. Tem sim senhor. Basta que se promova gradualmente uma "descontrução" dos vícios. E que façamos de agora em diante uma revolução sutil, mas, diferente, incorporando novas flores, preciosidades singelas ao cotidiano dos serviços de saúde, sempre tendo na mente de cada trabalhador da saúde, que o maior compromisso nosso é com o cidadão.
Porque a constituição brasileira é radicial - saúde é direito de todos.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
SAÚDE
Hidratação, higiene e alimentação saudável previnem doenças respiratórias
A adoção de hábitos simples pode evitar complicações para a saúde para a população mais vulnerável em épocas de baixas temperaturas, como as registradas nos últimos dias na região Sul.
A orientação de especialistas é que nessa época sejam redobrados os cuidados com a higiene, hidratação e alimentação saudável, rica em frutas, legumes e verduras.
Os meses de maior incidência de doenças respiratórias são junho, julho e agosto. Esses três meses são responsáveis por 31% deste tipo de doença, segundo o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde do Paraná, José Lúcio dos Santos.
A secretaria cita como mais preocupante a transmissão do vírus da influenza A (H1N1) e da meningite meningocócica, infecção grave causada por vírus e bactérias, que podem evoluir para a morte.
Santos lembra que ambientes fechados com aglomerações de pessoas são locais propícios para a transmissão de vírus. Ambientes bem arejados e o hábito de lavar as mãos com água e sabão são exemplos simples para combater doenças oportunistas de inverno.
Segundo Santos, a gripe suína está sendo constantemente vigiada nos 399 municípios do estado. Neste ano, de acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado no dia 7 de julho, 1.469 casos da doença com 15 óbitos e foram confirmados 47 casos de meningite meningocócica.
No ano passado, aproximadamente 67.000 pessoas foram internadas no Paraná com doenças do sistema respiratório. Crianças e idosos são os que mais sofrem, pois têm maior fragilidade no sistema imunológico.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
MAIS DOIS JOÃO PAULO II
Depois da reunião com a turma toda na entrada do frigorífico, elas vieram com todo gás. De dedo em riste a técnica de enfermagem e a outra também, foram curtas e grossas - "não dá para ficar mendigando vaga no Pronto Socorro João Paulo II". Pura verdade, a indignação da senhora, do alto da sua experiência, no seu eterno vai e vem com trabalhadores doentes ou acidentados.
Termina que ela desesperada leva o colega para clinica particular. E aí vem a confusão para o gerente pagar a conta. Chieira danada. Até ameaça de demissão. Mas, o que ela pode fazer? Se o Pronto Socorro de Porto Velho vive às turras com a superlotação e gente jogada pra todo lado?
Ela veio com a inclemência de um furacão - "tem que construir mais dois João Paulo II". Se construir dois não sei ainda, mas, que se deve resolver este drama isto tem mesmo. Não dá para tocar a crise com a barriga. Cabe ao Governador estar à frente de tudo e num prazo curto dar resposta a esta mulher que bem sabe onde o calo dói.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
CACOAL
Tudo vai se acomodando no seu devido tempo. E Cacoal vai seguindo este principio. E sua economia vai contornando as curvas do caminho e se apresentando tão especial e como a paisagem depois da curva. O comércio é forte, agricultura bem diversificada, os grandes frigoríficos do Estado, cerâmicas de argila singular.
Cidade universitária, mais de 4 000 mil alunos distribuídos em várias faculdades e universidade. Tudo é juventude no seu esplendor máximo. Sonhos deslumbrantes. O ecoturismo tomando corpo e posição, referência no Estado e uma coisa puxa a outra. E daqui a pouco outro forma de turismo de orgulho - o da saúde de qualidade. Hospital Regional de Cacoal com várias especialidades, outro Hospital de Câncer, o Danil Combone. Tem no Brasil cidades saúde, Cacoal será igual, que bom!
Ah! que inveja do seu aeroporto, novinho em folha, de qualquer ponto do Estado, Cacoal está perto, só chegar lá, pegar o vôo e dar asas à imaginação. Voe Brasil, voe, para qualquer lado do seu sonho! E o concreto pré-moldado, tem aqui em Cacoal, finque estaca onde quiser, mas, estará amarrado à Concreaço, ferro, areia e brita e aproveite o Brasil no ritmo da China, boa sorte, passe por Cacoal.
domingo, 1 de agosto de 2010
MULHER COM FORÇA MÁXIMA
Puxa vida, desculpe-me mas, esqueci o nome dela. Não se pode confiar na memória depois que se atravessa a serra da boa esperança. Estou aí de papo com a Agente Comunitária de Saúde do Distrito de Palmares, municipio de Theobroma, visitada no dia 30 de julho passado.
Antes de sair para o seu serviço ela tem outro. E acorda às 3 horas da manhã, vai pro curral com o seu filho e começa a tirar leite. Faz um "bico" em fazenda alheia. Tira 300 litros de leite, enche os galões, faz café, bolinho de polvilho, tem dia que come comida mesmo e sai pra sua outra lida.
Agora, é como agente de saúde. Entra numa casa, vai pra outra, conversa, mede pressão, coisa que o sistema proíbe, mas, se ela não fizer isto seus hipertensos morrem, ninguém mede a pressão deles, ela economizou dinheiro seu, comprou o aparelho, aprendeu a medir e vai levando, sempre orientado o seu pessoal. Tem gente que a proibiu de medir a pressão dos colonos, ela nem dá bola e continua a fazer o que sempre fez.
Tem certas coisas neste Brasil, acertado no ponto de vista do ideal, até que está certo, que cada PSF tivesse médico de verdade e enfermeiro, não é caso de lá no Palmares, que não tem nenhum apenas uma médica que vem duas vezes por semana. E aí, como é que ela faz, a ACS mede ou não mede a pressão?
Gente como esta mulher é que se poderia entregar uma medalha de ouro, porque a olimpíada dela é de toda a vida, todos os dias, todos os meses e anos, e faz tudo na maior alegria, tem moral, tem força na cana do braço, tem opinião e não se mete em burocracia, nem em coisa do mundo de Brasilia, ela mora é no Brasil profundo, mais do que excluído e ainda tem gente que diz que não pode.... Vai se lascar cara!
sábado, 31 de julho de 2010
POLÍTICA ESTADUAL PARA OS IDOSOS (Parte II)
Dona Irma Rigolon está firme e vaidosa com seus noventa anos. Numa boa. Mexe na casa inteira, até na cozinha, controla as contas. Uma das fundadoras da cidade. Eu sempre me dei bem com ela. A saúde do idoso deve ser a preocupação de qualquer governante. Aumenta a sua população, a vida média aumentou, então o Governo deve montar serviços para atendimentos médicos diferenciados para todos eles. Do outro lado até mesmo enviando pelo correio os seus medicamentos e usos continuados. Cuidar do idoso em casa é bem econômico. A saúde do idoso deve ser separada a população geral e o médico geriatra deve fazer parte da equipe. Só tem uma coisa – geriatria é ainda uma raridade.
Pedrinho meu velho amigo de Guerra. Também pioneiro, abriu fazenda, comprou gado, movimento financiamento. Me lembro muito dele plantando cacau. Está aí firme que nem um pé de aroeira este velho guerreiro. No entanto, pela idade, visão mais curta e audição muitas vezes prejudicada, além das limitações da marcha, que não é o caso do Pedrinho, a cidade deve se preocupar com um tema fundamental e indispensável – construção de calçadas planas e com acessibilidade para os que usam muletas, cadeiras de rodas e outras limitações. A PALAVRA DE ORDEM É ACESSIBILIDADE.
Olha aí a turminha da terceira idade. Pelo que vêem estão todas nos trinques, vaidade, roupa bonita, cabelos pintados, hidratantes e cremes. O que é que você está pensando, meu amigo, o idoso adora estar bem arrumado. Quer ver uma pessoa desta ficar toda atrapalhada é você chegar cedo na casa dela, sem tempo para que se arrumem direitinho. A vaidade, a estética, a elegância, as roupas, enfim, tudo que possa causar boa impressão. A idade não mata o desejo de ser bonito. E as idosas de Ariquemes topam até desfiles de modas e passarelas. A fundamental que a felicidade, o bem estar do idoso esteja nas preocupações dos futuros administradores públicos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
JUVENTUDE E AS EPIDEMIAS
Os jovens podem ser preparados com cursos técnicos para enfrentamento de epidemias como dengue, malária e outras tantas mazelas que existem. Como também para os desastres da própria natureza, como as enchentes, deslizamentos de terras, rompimento de barragens, tempestades, as ventanias e todas aquelas que produzam danos ao patrimônio das pessoas ou riscos de vidas.
Estes especialistas deveriam trabalhar com projetos de prevenções, com planos de contingência e com situações de emergência, sujeitas a serem simuladas e enfrentadas. Também no efetivo controle de doenças transmissíveis e surtos epidêmicos como a dengue que se repete no Estado com grande freqüência. Eles seriam técnicos efetivos, permanentes, planejadores de ações concretas contra os mosquitos transmissores
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Certos adoçantes artificiais podem aumentar o nível de açúcar no sangue
Parece ser senso comum que os alimentos com rótulo “sem açúcar” não teriam nenhum efeito sobre os níveis de açúcar no sangue. Mas isso nem sempre é verdade.
A maioria dos adoçantes artificiais – sacarina, aspartame e sucralose, por exemplo – oferece a doçura do açúcar, mas sem as calorias. Eles não contêm carboidratos e, portanto, não produzem nenhum efeito sobre o nível de açúcar no sangue. No entanto, esses adoçantes às vezes estão presentes em produtos “sem açúcar” como outro substituto de açúcar, os álcoois.
Os álcoois de açúcar recebem este nome de sua estrutura, que se parecem com um cruzamento entre uma molécula de álcool e açúcar, mas tecnicamente não são nenhum dois. Empresas acrescentam esses álcoois a cada vez mais produtos “sem açúcar”, como biscoitos, chicletes, balas e chocolate.
Para quem está tentando controlar o nível de açúcar no sangue, isso pode ser tornar a interpretação dos rótulos uma tarefa difícil. Embora os álcoois de açúcar forneçam menos calorias do que o açúcar comum – em geral cerca de 1,5 a 3 calorias por grama, em comparação a 4 calorias por grama de açúcar – eles ainda podem aumentar levemente o nível de açúcar no sangue.
De acordo com autoridades de saúde, uma forma de contabilizá-los é contar metade dos gramas de álcoois de açúcar num produto como carboidratos, já que aproximadamente metade do conteúdo de álcool de açúcar é de fato digerido.
Você pode identificar álcoois de açúcar numa lista de ingredientes buscando palavras que terminam em “ol”, como sorbitol, maltitol e xilitol. Em alimentos com rótulos de “sem açúcar” ou “sem adição de açúcar”, a quantidade exata de álcool de açúcar deve ser listada separadamente nas informações nutricionais.
Assim, o conselho dos especialistas é ler bem o rótulo.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/07/21/certos-adocantes-artificiais-podem-aumentar-o-nivel-de-acucar-no-sangue.jhtm
A maioria dos adoçantes artificiais – sacarina, aspartame e sucralose, por exemplo – oferece a doçura do açúcar, mas sem as calorias. Eles não contêm carboidratos e, portanto, não produzem nenhum efeito sobre o nível de açúcar no sangue. No entanto, esses adoçantes às vezes estão presentes em produtos “sem açúcar” como outro substituto de açúcar, os álcoois.
Os álcoois de açúcar recebem este nome de sua estrutura, que se parecem com um cruzamento entre uma molécula de álcool e açúcar, mas tecnicamente não são nenhum dois. Empresas acrescentam esses álcoois a cada vez mais produtos “sem açúcar”, como biscoitos, chicletes, balas e chocolate.
Para quem está tentando controlar o nível de açúcar no sangue, isso pode ser tornar a interpretação dos rótulos uma tarefa difícil. Embora os álcoois de açúcar forneçam menos calorias do que o açúcar comum – em geral cerca de 1,5 a 3 calorias por grama, em comparação a 4 calorias por grama de açúcar – eles ainda podem aumentar levemente o nível de açúcar no sangue.
De acordo com autoridades de saúde, uma forma de contabilizá-los é contar metade dos gramas de álcoois de açúcar num produto como carboidratos, já que aproximadamente metade do conteúdo de álcool de açúcar é de fato digerido.
Você pode identificar álcoois de açúcar numa lista de ingredientes buscando palavras que terminam em “ol”, como sorbitol, maltitol e xilitol. Em alimentos com rótulos de “sem açúcar” ou “sem adição de açúcar”, a quantidade exata de álcool de açúcar deve ser listada separadamente nas informações nutricionais.
Assim, o conselho dos especialistas é ler bem o rótulo.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/07/21/certos-adocantes-artificiais-podem-aumentar-o-nivel-de-acucar-no-sangue.jhtm
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Saúde - Quase metade dos brasileiros tem excesso de peso
A população brasileira está mais pesada, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde. De acordo com o estudo, o índice de pessoas com excesso de peso subiu de 42,7% para 46,6%, entre 2006 e 2009. Já a quantidade de obesos cresceu de 11,4% para 13,9%, no mesmo período. No total, 54.000 adultos foram ouvidos na pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).
Considera-se que pessoas com o Índice de Massa Corporal (IMC) - divisão do peso pela altura ao quadrado - superior a 25 têm sobrepeso. Aqueles com o IMC acima de 30 são obesos. Fatores genéticos, hábitos alimentares e falta de exercícios físicos estão entre as principais causas de problemas com o peso.
A pesquisa mostrou que 51% dos homens e 42,3% das mulheres têm excesso de peso. O sobrepeso atinge 24,9% entre as jovens de 18 a 24 anos e dobra na faixa etária de 45 a 54 anos para 52,9%. O estudo registrou ainda que o problema é mais comum entre homens com idades entre 55 e 64 anos: 59,6%.
A prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 e 24 anos (7,7%) para 19,9% entre homens de 55 e 64 anos. No caso das mulheres, o índice fica três vezes maior, crescendo de 6,2% para 21,3%, na comparação da mesma faixa etária.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Açaí pode ajudar na prevenção do câncer
Pesquisa mostra que adição da fruta durante a fermentação do leite estimula a produção de ácido que auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer
Além de energético, açaí pode ser um importante aliado na luta contra o câncer
Tradicionalmente conhecido por suas propriedades energéticas, o açaí deixou de ser uma fruta consumida por esportistas e foi incorporado ao cardápio dos brasileiros na forma de bebidas, doces, geleias e sorvetes nos últimos anos. Agora, um estudo publicado no International Dairy Journal mostra que a mistura da polpa do açaí durante a fermentação do iogurte pode ajudar a prevenir o câncer e fornecer nutrientes importantes para o nosso corpo.
O trabalho, coordenado pela professora Maricê de Oliveira, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que a fruta estimula a produção do chamado ácido linoleico conjugado (CLA) por linhagens de bactérias presentes na fermentação do iogurte. O CLA, segundo ela, auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer, como o colorretal, de estômago e de mama.
Por: Eliseu Barreira Junior
terça-feira, 13 de julho de 2010
SANEAMENTO AMBIENTAL
Não desperdiçar alimentos e incentivar a coleta seletiva
O resíduo sólido urbano brasileiro ainda possui concentração muito elevada de matéria orgânica (basicamente resíduos de alimentos) que chega 5 mil toneladas. Evitar o desperdício, além de apoiar as iniciativas de associações e cooperativas de coletores de recicláveis é contribuir para a difusão dos princípios do desenvolvimento sustentável
Em estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto de Estudos da Religião (ISER), no ano passado, foi constatado que a falta de saneamento ambiental (coleta de lixo, rede de esgotos, tratamento de efluentes) é a maior preocupação ambiental para os brasileiros que moram em cidades, com 18% das menções espontâneas na pesquisa.
A disposição inadequada do resíduo sólido urbano em "lixões" a céu aberto, sem qualquer tratamento, está contaminando os lençóis freáticos (água de subsolo) de várias regiões brasileiras. Essa situação é ainda pior se considerarmos que a água potável vai se tornar, em breve, um fator de grande competitividade entre as nações, pois está se transformando em um recurso cada vez mais escasso. Além disso, a decomposição do lixo, na ausência de oxigênio, resulta na emissão descontrolada do gás chamado metano, grande causador do efeito estufa - aumento da temperatura média do planeta: uma tonelada deste gás equivale à liberação de aproximadamente 20 toneladas de gás carbônico para a atmosfera.
O resíduo sólido urbano brasileiro ainda possui concentração muito elevada de matéria orgânica (basicamente resíduos de alimentos) que, de acordo com os últimos dados levantados na cidade de São Paulo, atinge cerca de 50% (cerca de 5 mil toneladas) em peso de todo o lixo coletado diariamente. Para se ter idéia dessa discrepância, basta dizer que a concentração de matéria orgânica dos resíduos sólidos urbanos de cidades dinamarquesas está em torno de 15%. As duas principais causas desse alto índice de resíduos orgânicos encontrados no lixo brasileiro são a falta de um sistema de distribuição, de comercialização e de embalagens eficientes para proteger os alimentos.
A coleta seletiva tem papel fundamental na adequada destinacão dos resíduos urbanos, na geração de empregos e de renda e no desenvolvimento de empresas recicladoras e a conseqüente diminuição da emissão de gases nos aterros. Como exemplo, cito as caixas de papelão, fabricadas a partir de celulose que, quando recicladas, geram riqueza e, se aterradas, produzem metano.
Nosso futuro está intimamente ligado à maneira como planejamos e executamos nosso presente e sua relação com o bem-estar do planeta é fundamental para a sobrevivência da própria espécie humana.
* Fernando Von Zuben - Diretor de Desenvolvimento Ambiental da Tetra Pak
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