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sábado, 31 de julho de 2010

POLÍTICA ESTADUAL PARA OS IDOSOS (Parte II)


Dona Irma Rigolon está firme e vaidosa com seus noventa anos. Numa boa. Mexe na casa inteira, até na cozinha, controla as contas. Uma das fundadoras da cidade.  Eu sempre me dei  bem com ela. A saúde do idoso deve ser a preocupação de qualquer governante. Aumenta a sua população, a vida média aumentou, então o Governo deve montar serviços para atendimentos médicos diferenciados para todos eles. Do outro lado até mesmo enviando pelo correio os seus medicamentos e usos continuados. Cuidar do idoso em casa é bem econômico. A saúde do idoso deve ser separada a população geral e o médico geriatra deve fazer parte da equipe. Só tem uma coisa – geriatria é ainda uma raridade.







Pedrinho meu velho amigo de Guerra.  Também pioneiro, abriu fazenda, comprou gado, movimento financiamento. Me lembro muito dele plantando cacau.  Está  aí firme que nem um pé de aroeira este velho guerreiro.  No entanto, pela idade, visão mais curta e audição muitas vezes prejudicada, além das limitações da marcha, que não é o caso do Pedrinho, a cidade deve se preocupar com um tema fundamental e indispensável – construção de calçadas planas e com acessibilidade para os que usam muletas, cadeiras de rodas e outras limitações.  A PALAVRA DE ORDEM É ACESSIBILIDADE.







Olha aí a turminha da terceira idade.  Pelo que vêem  estão todas nos trinques, vaidade, roupa bonita, cabelos pintados, hidratantes e cremes. O que é que você está pensando, meu amigo, o idoso adora estar bem arrumado. Quer  ver uma pessoa desta ficar toda atrapalhada é você chegar cedo na casa dela, sem tempo para que se arrumem direitinho. A vaidade, a estética, a elegância, as roupas, enfim, tudo que possa causar boa impressão. A idade não mata o desejo de ser bonito. E as idosas de Ariquemes topam até desfiles de modas e passarelas. A fundamental que a felicidade, o bem estar do idoso esteja nas preocupações dos futuros administradores públicos.


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