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domingo, 21 de novembro de 2010

VOU SUMIR

Terei necessidade de desaparecer por alguns dias. Para conversar com pessoas que virão a compor o futuro governo e ter tempo para ler um mundo de papéis. Estou de malas cheias de documentos e não tive tempo de ler nenhum.

No mais é poder me concentrar nos currículos dos futuros secretários, enviá-los todos ao MP para análise, para no dia 10 que vem poder anunciá-los aos rondonienses.

A base do meu futuro governo está contida na frase de Jorge Samek (Itaipu) - "pensar grande, começar pequeno e ter pressa".

Dentro de tudo que expliquei tem mais alguns projetos de leis que devo submeter à Assembléia Legislativa, em convocação extraordinária no mês de janeiro para apreciação de leis que desejo ter como base da minha administração, principalmente na educação, por exemplo, criação da universidade estadual, fundação de apoio a pesquisa, implantação da educação integral no estado, e por aí vai.

UM PEDIDO AO CAHULLA

Fiquei sabendo que o Secretário de Saúde está convocando os membros da Comissão Bi-Partite do Estado para aprovação da PPI (programação pactuada integrada) para os anos 2011 e seguintes. O meu pedido é que seja suspenso este debate no momento e que deixe para o meu governo conclur o trabalho, já que tenho metas a cumprir e necessito de uma nova ordem de pactuação. Uma vez que teremos vários hospitais regionais a serem cuidados pelo Estado, incluindo o município de São Francisco do Guaporé.

No mais, é contar com o apoio do governo de transição. Habitualmente e é crescente esta tendencia é que os governos em final de mandatos apenas toquem os serviços essenciais, não mais promovam licitações a não ser aquelas indispensáveis  por força de convenios e leve o Estado a bom termo até a sua transferencia aos novos gestores.

Por mais que tenha sido dificil a campanha no segundo turno, ela não pode superar o bom senso para que Rondônia não venha a ter nenhum prejuízo de continuidade nas suas atividades.

Obrigado

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

DEIXE A LUZ DO SOL ENTRAR



É assim a liberdade, como o sol. O que nos resta é abrir janelas e portas e deixar a luz entrar. Varrer a casa, encher a vida de motivos, com o sol da liberdade. E é o que Rondônia está precisando é de liberdade, que todo mundo possa livremente opinar, dizer o que sente, o que precisa e o que pode contribuir. E que o Governo do Estado seja uma grande orelha e que faça o seu dever de casa.

Não é o que acontece por aqui. Reina um converseiro frouxo e sem razão. Que administra um clima de medo generalizado, um temor bobo de reizinho medíocre, que fica por aí esturrando perseguição, vigiando comerciantes, funcionários, oposição, um régulo invertido à Maquiavel, que se impõe com força e que perde energia com o que não deve.

É por isto que o povo deve abrir as janelas para a mudança, sem nenhum medo, para que se possa banir do Estado este modelo da Velha República, tal qual Washington Luiz, 1929, que dizia que governar é construir estradas. Eu não concordo. Governar siginifica gerir prioridades e necessidades captadas do povo, porque ninguém governa para si e que vá atendendo às necessidades do povo,pouco a pouco de tal forma que possam viver melhor, mais felizes, alegres, amando as cidades, comunidades, trocando vivências e costumes.

É assim que eu desejo governar Rondônia

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

BURITIS - NOTA AOS SERVIDORES DO HOSPITAL

Nesta fase da campanha surgem boatos do arco da velha. Inclusive, boato forte, que foi motivo do atual governador, em debate me questionar sobre a municipalização do hospital de Buritis.

Realmente, fiz comentário, na rádio local, em entrevista há alguns meses atrás sobre o tema. Mas, no sentido de ter defendido no passado e  ter lutado muito, durante a gestão Volpi e governo Bianco, e eu Deputado Federal para que o hospital fosse municipalizado. Mas, o governo da época não aceitou ceder o pessoal e passar um adicional de R$ 150 000,00 a mais para custeio.

Não havendo acordo - a gestão de Buritis e Extrema ficaram por conta do Estado.

Quero deixar bem claro que este hospital foi construído com recurso que arrumei em Brasilia, quando fui Deputado e nada havia em Buritis. Tenho o maior carinho por ele porque foi fruto de muito esforço meu e dedicação do Governador Valdir Raupp, quem iniciou e deixou tudo prontinho para o Bianco inaugurá-lo.

Sou candidato a Governador, gosto de Buritis, se o hospital está bem como está, se o povo está satisfeito como está, se os funcionários estão satisfeitos como está  por que mudar? por que mudar o que vai bem?

Então, redijo este texto com o objetivo de esclarecer a todos. Sou médico, portanto conhecedor de assunto, implantei o SUS em Rondônia em l987 e l988, sou construtor de hospitais em Rondônia (Cemetron, Machadinho, Brazilandia, Ji-Paraná, Cacoal -SESP, Alvorada, Médici, Jaru, Espigão, Cerejeiras, Monte Negro, Mirante da Serra e todos os pequenos dos antigos distritos que hoje são cidades). Os hemocentros de Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná.

Então vejam! boato em fim de campanha é uma desgraça. Dá um trabalha danado para se apagar tudo isto. Espero ter contribuído com a verdade pura e simples. No mais, aos que não me conhecem, por favor, procurem se informar primeiro. Agora, se o seu voto já está definido, nada posso fazer, mas, ao menos saiba da verdade e não me atrapalhe. Aos demais, vote 15 e sejam felizes.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O AFINADOR DE PIANO


Quem anda por feira livre encontra preciosidades. Aí está mais uma. É o afinador de piano Lauro Câmara Jardim Filho, raríssima profissão, ainda meio abandonado por aqui, porque são poucos os pianos.E o que ele mais quer é justamente o contrário, que se aumentem os pianos nas escolas, teatros, auditórios, hotéis, enfim, para que ele possa expressar o seu ofício. Eu também sou um afinador de pianos deste Estado, só tem que no meu caso, quero afinar o próprio Estado. Porque o Estado tem que tocar uma mesma música, afinadíssima, por exemplo, acabar com o analfabetismo, que está na contramão da própria vida. Mais conhecimento e informação técnica à nossa juventude, que também está bem desafinada. E por aí vai.  Como Lauro eu tmbém sou afinador de pianos.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

ACOLHIMENTO NA SAÚDE

É isto mesmo. A palavra de ordem é acolhimento. Esta palavra doce e mágica, que faz uma diferença danada na saúde.  Nada mais significa do que receber bem as pessoas nas unidades de saúde de Rondônia. Isto parece tão fácil, tão barato, tão insignificante, tão natural. Mas, parece que é um pedra no meio do caminho. Ninguém consegue acolher as pessoas humanamente.

Creio que a maior obra do meu governo será implantar o acolhimento nas unidades de saúde. Mas, implantar mesmo. Uma força tarefa com esta missão. Temos que começar. Vi em Porto Velho, na Políclinica Ana Adelaide um serviço simples, mas, que já é de bom tamanho.

Receber as pessoas doentes com humanismo. Acolher.Se possível abraçar, ouvir, tocar, medir a pressão, sentir o tamanho da dor física ou mental.  E depois informar bem. Só isto. E basta.

MAÇONARIA

Ontem, dia 30 fui convidado pelas Grandes Lojas de Rondônia - GLOMARON para uma palestra de quarenta minutos no seu tempo central na cidade de Porto Velho. Todos os demais candidatos também foram convidados. Fui o primeiro. Veio um ônibus com  59 maçons de Ariquemes. Fiquei satisfeito e vaidoso.

O tema foi livre - falar sobre o meu plano de goveno e responder perguntas. Senti-me em casa.  Quero através deste post agradecer o Ser. Juscelino de Moraes pela iniciativa democrática. E ao mesmo tempo parabenizar a maçonaria pela sua demonstração de cidadania, envolvimento, conscientização da irmandade para um tema tão importante como a política. Gostei.

Obrigado.

domingo, 22 de agosto de 2010

EMATER É ÓRGÃO TÉCNICO


No meu governo a EMATER  não será comitê eleitoral. Nem órgão entupido de cargos comissionados. Mas, de profissionais técnicos comprometidos exclusivamente com a modernização e a aumento da produção agrícola e da pecuária do Estado. Somente isto.

Hoje em dia,  a maioria dos dirigentes está comprometida até o nariz com campanha política. Deixa de trabalhar seriamente para entrar de cabeça nas campanhas de seus padrinhos. Ah! se não cumprir a meta eleitoral. Dança. E no mais é o rastreamento até do pensamento dos demais funcionários. Ninguém pode abrir o bico. Nada de ser contra. Nada de pensar diferente. Ali é lei do cão. No mais é sair de linha em linha no mais absurdo ilícito eleitoral rondoniense. Chega a ser chocante.

E deus-me-livre e guarde, trata-se de um órgão pelo qual tenho o maior respeito. Puxa vida, que será de mim governador sem a EMATER para que possa cumprir as minhas metas de desempenho, mas, no bom  sentido. No bom sentido produtivo, de parar com este terrorismo, dedurismo, castrações de pensamentos, que hoje, mais parece com uma verdadeira associação rondoniense de inteligência (ARI). um DOI-CODI moderno, não quero isto. Quero a EMATER SENDO EMATER E MAIS NADA.

No mais é deixar o pessoal trabalhar em paz.

domingo, 25 de julho de 2010

GUAJARÁ-MIRIM - UM FRIO DO CACETE


Veio a onda de frio. Saí de casa, tudo bem, nem imaginava o que poderia vir à frente. Encarei tudo dentro do pensamento puramente tropical. Veio, sei lá de onde, uma onda de frio, talvez da antártida, alguma gelereira que se espatificou e veio pra cá me atormentar.

Não levei blusa na viagem à Guajará-Mirim.  Treimi o queixo, o lobo da orelha, a ponta do nariz adormeceu, as mãos doeram, meti-as nos bolsos, foi pouco, esfreguei-as uma nas outras. Ainda bem que o Amir, homem da fronteira do Sul tinha uma blusa de reserva e meu deu.  Gracias.

Algumas reuniões pequenas, todo mundo agarrado no edredon em casa. A cidade vazia. Fiquei pensando em Guajará-Mirim, será assim mesmo, pouca gente na rua, lojas vazias e o povo amontoado no porto para a travessia para o outro lado boliviano. Não!

Guajará Mirim necessita urgente de um programa especial de Governo. Sei que não tem programa milagroso sem o povo se envolver. Eu sou candidato e não posso ficar por aí prometendo mundos e fundos, mas, Guajará necessita de uma nova ordem econômica, que nem posso me atrever aqui a dizer qual será, mas, toda aquela assumida pelo seu povo e que veja no desenvolvimento local com a grande base de tudo.

Veja a teoria da organização da cidade, todo mundo configurando um novo momento da sua história. Nem pense no passado como base exclusiva, a não ser o extrativismo moderno, verde, integrador, que sirva de base para um argumento de entrada para talvez buscarmos incentivos fiscais comprovados para a Area de Livre Comércio.

Temos que sentar com a Suframa levando nas mãos um projeto local. Bem detatido e iniciado com um nova onde gigante nascida da própria cidade. Não adianta culpa os prefeitos, o de agora e do passado. Todos devem assumir o cabresto de Guajará-Mirim. Eu entro nesta. Boa sorte a todos nós.