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domingo, 25 de julho de 2010

GUAJARÁ-MIRIM - UM FRIO DO CACETE


Veio a onda de frio. Saí de casa, tudo bem, nem imaginava o que poderia vir à frente. Encarei tudo dentro do pensamento puramente tropical. Veio, sei lá de onde, uma onda de frio, talvez da antártida, alguma gelereira que se espatificou e veio pra cá me atormentar.

Não levei blusa na viagem à Guajará-Mirim.  Treimi o queixo, o lobo da orelha, a ponta do nariz adormeceu, as mãos doeram, meti-as nos bolsos, foi pouco, esfreguei-as uma nas outras. Ainda bem que o Amir, homem da fronteira do Sul tinha uma blusa de reserva e meu deu.  Gracias.

Algumas reuniões pequenas, todo mundo agarrado no edredon em casa. A cidade vazia. Fiquei pensando em Guajará-Mirim, será assim mesmo, pouca gente na rua, lojas vazias e o povo amontoado no porto para a travessia para o outro lado boliviano. Não!

Guajará Mirim necessita urgente de um programa especial de Governo. Sei que não tem programa milagroso sem o povo se envolver. Eu sou candidato e não posso ficar por aí prometendo mundos e fundos, mas, Guajará necessita de uma nova ordem econômica, que nem posso me atrever aqui a dizer qual será, mas, toda aquela assumida pelo seu povo e que veja no desenvolvimento local com a grande base de tudo.

Veja a teoria da organização da cidade, todo mundo configurando um novo momento da sua história. Nem pense no passado como base exclusiva, a não ser o extrativismo moderno, verde, integrador, que sirva de base para um argumento de entrada para talvez buscarmos incentivos fiscais comprovados para a Area de Livre Comércio.

Temos que sentar com a Suframa levando nas mãos um projeto local. Bem detatido e iniciado com um nova onde gigante nascida da própria cidade. Não adianta culpa os prefeitos, o de agora e do passado. Todos devem assumir o cabresto de Guajará-Mirim. Eu entro nesta. Boa sorte a todos nós.

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