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domingo, 21 de novembro de 2010

UM PEDIDO AO CAHULLA

Fiquei sabendo que o Secretário de Saúde está convocando os membros da Comissão Bi-Partite do Estado para aprovação da PPI (programação pactuada integrada) para os anos 2011 e seguintes. O meu pedido é que seja suspenso este debate no momento e que deixe para o meu governo conclur o trabalho, já que tenho metas a cumprir e necessito de uma nova ordem de pactuação. Uma vez que teremos vários hospitais regionais a serem cuidados pelo Estado, incluindo o município de São Francisco do Guaporé.

No mais, é contar com o apoio do governo de transição. Habitualmente e é crescente esta tendencia é que os governos em final de mandatos apenas toquem os serviços essenciais, não mais promovam licitações a não ser aquelas indispensáveis  por força de convenios e leve o Estado a bom termo até a sua transferencia aos novos gestores.

Por mais que tenha sido dificil a campanha no segundo turno, ela não pode superar o bom senso para que Rondônia não venha a ter nenhum prejuízo de continuidade nas suas atividades.

Obrigado

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE - MAIS BOATOS NO MEU CAMINHO

Deus do céu, estou doido para esta campanha acabar logo. Ganhar a eleição. E perdoar. Tem muita gente que tenho que perdoar. Especialmente um fofoqueiro do Conselho Estadual de Saúde, que não conheço e nem terei prazer em conhecê-lo, que publicou matéria em jornal afirmando que eu  iria, se eleito governador, PRIVATIZAR A SAÚDE.

Talvez este cabeça oca não saiba que fui eu, justamente eu, que implantei o SUS  neste Estado. Que sou médico. Que luto pela saúde pública, como direito de todos, há mais de trinta anos. Desde o tempo da luta pela  oitava conferencia de saúde - da reforma sanitária brasileira, de se promover todas estas conquistas que temos hoje no Brasil.

Não se pode legalmente privatizar a saúde. Não se pode. De onde este camarada tirou tamanha insensatez?

Meus amigos, na saúde o setor privado pode e deve existir para complementar a saúde pública. Deus me livre se não tivesse o setor privado. Seria o caos. Mas, simplesmente como complementar. Agora, o serviço público pode credenciar serviços de terceiros, isto sim, e pode. Como é feito hoje. Irmãs Marcelinas, ok, concordo. Serviço credenciado. Hospital Central em Porto Velho, ortopedia, concordo. Serviços de radiologia, UTI, serviços renais e laboratorias. Por aí vai.

E ainda há legistalação que cabe ao poder publico ainda oferecer alguns serviços de saúde para serem geridos por organizações socais em saúde - as OSS. Visitei algumas delas em São Paulo, por exemplo, Cubatão. E vai muito bem. A lei de é de 1977, votei nela quando fui Deputado Federal.

No Pará vários hospitais regionais são dirigidos por OSS. São Paulo, Paraná e no Tocantins durante um governo inteiro, no passado.

Nunca falei em privatizar a saúde, porque não pode. Legalmente não pode. Eñtão amigos, esta boataria em final de campanha é normal, principalmente por candidatos que estão por baixo nas pesquisas. Procuram de todo jeito incomodar quem vai ganhar. Não se deixem impressionar por ondas bobas, sem razão e motivo. Vamos continuar firmes. Vamos ganhar as eleições para se por um  ponto final nesta boatoria. E todos os fofoqueiros serão perdoados.

BURITIS - NOTA AOS SERVIDORES DO HOSPITAL

Nesta fase da campanha surgem boatos do arco da velha. Inclusive, boato forte, que foi motivo do atual governador, em debate me questionar sobre a municipalização do hospital de Buritis.

Realmente, fiz comentário, na rádio local, em entrevista há alguns meses atrás sobre o tema. Mas, no sentido de ter defendido no passado e  ter lutado muito, durante a gestão Volpi e governo Bianco, e eu Deputado Federal para que o hospital fosse municipalizado. Mas, o governo da época não aceitou ceder o pessoal e passar um adicional de R$ 150 000,00 a mais para custeio.

Não havendo acordo - a gestão de Buritis e Extrema ficaram por conta do Estado.

Quero deixar bem claro que este hospital foi construído com recurso que arrumei em Brasilia, quando fui Deputado e nada havia em Buritis. Tenho o maior carinho por ele porque foi fruto de muito esforço meu e dedicação do Governador Valdir Raupp, quem iniciou e deixou tudo prontinho para o Bianco inaugurá-lo.

Sou candidato a Governador, gosto de Buritis, se o hospital está bem como está, se o povo está satisfeito como está, se os funcionários estão satisfeitos como está  por que mudar? por que mudar o que vai bem?

Então, redijo este texto com o objetivo de esclarecer a todos. Sou médico, portanto conhecedor de assunto, implantei o SUS em Rondônia em l987 e l988, sou construtor de hospitais em Rondônia (Cemetron, Machadinho, Brazilandia, Ji-Paraná, Cacoal -SESP, Alvorada, Médici, Jaru, Espigão, Cerejeiras, Monte Negro, Mirante da Serra e todos os pequenos dos antigos distritos que hoje são cidades). Os hemocentros de Ariquemes, Vilhena e Ji-Paraná.

Então vejam! boato em fim de campanha é uma desgraça. Dá um trabalha danado para se apagar tudo isto. Espero ter contribuído com a verdade pura e simples. No mais, aos que não me conhecem, por favor, procurem se informar primeiro. Agora, se o seu voto já está definido, nada posso fazer, mas, ao menos saiba da verdade e não me atrapalhe. Aos demais, vote 15 e sejam felizes.

domingo, 22 de agosto de 2010

HOSPITAL DE CACOAL


Nada melhor do que um piloto experimental de administração hospitalar. Dois fatores pesam negativamente sobre a saúde pública. Gestão eficiente da rede e financiamento.  O hospital regional de Cacoal poderia ser um demonstrativo diferente - eu o colocaria no modelo Organização Social de Saúde. É possível e legal. Tem lei do tempo do FHC que regulamenta o modelo.

Creio que devido a constante carência de especialistas, a administração mais livre e de fácil contratação de pessoal  atenderia à imensa necessidade de um hosptial no miolo do Estado que atendesse aos municípios da Zona da Mata e da BR 429 (Vale do Guaporé).

Por exemplo, se faltar um anestesista, imediatamente a OSS contrata na hora. Venha de onde vier. Da mesma forma um ortopedista, dois ou tres. Estamos perdendo médicos para o Acre e Pará. Nestes Estados o modelo já está implantado.

Gostaria de ver um hospital e até mesmo o Pronto Socorro de Porto Velho gerido por uma Organização Social em Saúde (OSS).

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

MAIS DOIS JOÃO PAULO II


Depois da reunião com a turma toda na entrada do frigorífico, elas vieram com todo gás. De dedo em riste a técnica de enfermagem e a outra também, foram curtas e grossas - "não dá para ficar mendigando vaga no Pronto Socorro João Paulo II". Pura verdade, a indignação da senhora, do alto da sua experiência, no seu eterno vai e vem com trabalhadores  doentes ou acidentados.

Termina que ela desesperada leva o colega para clinica particular. E aí vem a confusão para o gerente pagar a conta. Chieira danada. Até ameaça de demissão. Mas, o que ela pode fazer? Se o Pronto Socorro de Porto Velho vive às turras com a superlotação e gente jogada pra todo lado?

Ela veio com a inclemência de um furacão - "tem que construir mais dois João Paulo II". Se construir dois não sei ainda, mas, que se deve resolver este drama isto tem mesmo. Não dá para tocar a crise com a barriga. Cabe ao Governador  estar à frente de tudo e num prazo curto dar resposta a esta mulher que bem sabe onde o calo dói.