Como quero construir uma NOVA RONDÔNIA, nada melhor do que falar ao povo de NOVA BRAZILANDIA, e eu falei, ontem, no comício na Avenida principal da cidade, onde a vista se perde no infinito do seu comprimento e largura, onde se assenta a feira, bolas, esferóides, arenas. E tudo é quase onda, terreno revolto, que sobe e desce, encanta o vale, sobe ao céu a imagem da própria terra. E parece que foi justamente ali, a NOVA BRAZILANDIA que Deus colocou a terra boa, quem sabe a terra prometida, para que em se plantando tudo produzisse de bom e do melhor.
Então falei da NOVA RONDÔNIA, bem diferente, com base na antiga, pegando os pontos positivos do passado e com esta base fazer o que é de bom e necessário, a Rondônia boa, séria, promotora de imagem de um povo fantástico, esta amostra selecionada do povo brasileiro, da nossa própria mestiçagem encantadora, em BRAZILÂNDIA, quase mulher bonita do Brasil brasileiro, terra roxa de Santa Cruz. Eu tive ali a visão de futuro diferente, bem melhor, que chame para dentro do Brasil o povo que está de fora, a juventude futuro, a juventude progresso, a juventude que tenha a chave do sucesso, do trabalho, que receberá o bastão e correrá pra frente para que as gerações movimentem-se cada vez mais, subindo e descendo as ondulações sagradas de NOVA BRAZILANDIA E DA NOVA RONDÔNIA.
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domingo, 12 de setembro de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
CARRETA DE MUITO XODÓ
Tem dia que o mutirão é de arrebentar a boca do balão. De Ouro Preto, Presidente Médici, Castanheiras, Novo Horizonte, Migrantenópolis e Nova Brazilândia. E vai se misturando as coisas, de carretas, caminhadas de corpo a corpo, arrastão em feiras e comércio. Quem diz o enredo é a turma do local. E pronto. Ninguém discute, Raupp, eu e os candidatos das localidades dançamos a múisica do ritmo local.
A foto foi em Ouro Preto, ontem.
Aí está um pedacinho do nosso grupo local. O poderoso "Bigode", Francisco, Léia Coelho. Rodamos a cidade inteira, muita gente, muitos carros, muitas bandeiras, muito sol de descascar , nem ligo pra isto, vou tocando a vida no rumo da vitória. É assim que deve ser a labuta, para depois botar a faixa no peito.
Para sobremesa, ver você querida Ercília. Amigona de Vale do Paraíso, muitas vezes vereadora, muitas vezes tudo, muito amiga da cidade inteira, muitas vezes mulher querida. Um abraço deste não é pra qualquer um. Só para quem pode. Fique aí seu invejoso querendo me tomar esta preciosidade, pode ficar de água no boca. Mas, nem vem que não tem.
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Feira do Produtor em Nova Brazilândia
Em todo lugar uma surpresa. Nem sabia onde estava esta dileta amiga. Fui parteiro de sua primeira filha. Por acaso na Feira do Produtor de Nova Braziländia, eis que me surge, inopinadamente, ela, vinte e três anos depois. Mesmo assim, o tempo não foi suficiente para nos apagar a lembrança e a imensa consideração. Por todo o nosso destemor de vir para Rondônia contribuir para sua construção até a presente data.
E de barraca em barraca fui conhecendo a produção de verduras. Pés de alface enormes e verdejantes. Vendendo nutrientes e vitaminas. Tudo do bom e do melhor. Gente que de agora em diante pode ser reconhecido como cidadão brasileiro, desde que se enquadrem na Lei do Microempreendedor Individual. Assim, podem ser segurados da Previdência Social e terem todos os direitos. Isto é bom demais. Além da tão esperada aposentadoria.
Este amigão do peito aí, é paraíbano arretado. Sai de lá para negociar por aqui.Vende rede, tapete, cobertor. E sai empurrando a carriola, Brasil inteiro. Nunca vi gente tão empreendedora como nordestino. Sempre começa assim. E vai pulando degrau por degrau até ter a sua própria empresa.
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