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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SOU UM CAÇADOR DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Ainda hoje estou partindo para Minas Gerais, vou a Governador Valadares. Amanhã estarei visitando vários municípios daquela região, que estão unidos num grande CONSÓRCIO DE SAÚDE. Já vi alguns exemplos de consórcio de saúde em Mato Grosso e no Paraná. Agora, vou a Minas.

Foi petulância demais do Congresso Nacional ter colocado na Constituição Brasileira que saúde é direito de todos e dever do Estado. Tudo bem, maravilha pura. Só tem uma coisa - nestes 20 anos pós constituição, assisti a um espetáculo interessante - o Brasil tornou-se ainda mais desigual. Formaram duas castas distintas de brasileiros assistidos pela saúde.
1/3 dos brasileiros não acreditara no SUS e foi para os planos de saúde. Em geral subsidiados com benefícios fiscais do povo. Estes tem atendimento privilegiado e pagam uma parte das despesas e a parte do Estado, em geral é incentivada.

2/3 dos brasileiros batem às portas do SUS, nas filas, nas longas listas para cirurgias, os hospitais de urgência entupidos e gente esparramada em macas e no chão. O direito de todos ainda não aconteceu.

A partir deste “Apartheid social”, municípios, estados e a própria união partiram para busca de alternativas,  para burlarem de certa forma,  o princípio capital da constituição, de que saúde é direito de todos. Aí vem as santas casas, as fundações de saúde, as organizações sociais, os serviços sociais em saúde, as cooperativas médicas, os consórcios de saúde. Tudo buscando encontrar em jeito mais fácil para financiar a carência do próprio sistema.

Tudo está certo e está errado ao mesmo tempo. É o desespero dos municípios em busca de soluções para a contratação de médicos, principalmente para a interiorização dos serviços, a eterna busca de especialistas que ficam a mercê do mercado, de um lado para outro. E por aí segue o SUS cambaleante em busca heróica de alternativa, quase sempre os órgãos de fiscalizações do próprio Estado fecham os olhos diante da dura realidade da vida real.  O SUS ou se financia de verdade ou se flexibilize em leis mitigadoras para que se possa, de verdade, oferecer cidadania em serviços públicos essenciais.

7 comentários:

Claudete Maria dos Santos/CACOAL disse...

Governador

Condordo com tudo o que o senhor falou a respeito do SUS. Tenho ainda a acrescentar, se me permite, um dos grandes enfrentamentos da saúde é a folha de pagamento dos servidores municipais lotados na saúde. Os repasses feitos pelo Ministério da saúde, para os municipios, são para custeio das açoes de saúde. Quem tem que arcar com a folha da pagamento da saúde? Sabe-se que hj que prefeituras estão sendo obrigadas a usar o repasse de custeio pra folha...e dai? Como é que se pode fazer saúde com o que resta o repasse...Que DEUS o abençoe!

David disse...

E ai meu nobre Governador observamos que não houve interesse por parte dos legisladores em criar alternativas pois através da saúde é que muitos são eleitos. Espero que nessa legislatura Vossa Excelência encontre apoio para implantar melhorias em nosso estado. Como dizia o finado Deputado Sidney Guerra, Competência Vossa Excelência têm. Contamos contigo.

Anônimo disse...

Por favor nao viajem sem antes pegar dois curriculos como Dalto de Franco.Por favor lugue pra ele.

Anônimo disse...

Excelentísimo Senhor Governador Eleito,
sou mais um servidor público amedrontado com as noticias que veiculam nos sitios eletronicos do Estado de Rondonia e com as afirmações de cargos comissionados do atual governo de se finda. Primeiro vamos aos sitios; esses vem noticiando que Vossa Excelencia irá resussitar no cenário estadual o famigerado Batista e outros daquela governo (Bianco) que ninguem gosta de lembrar. Quanto aos cargos comissionados desse ggoverno que se finda: vivem afirmando que permanecerão em seus cargos porque tem padrinhos que ali os materão, seja políticos ou da maçonaria. a questão é a seguinte, votamos na esperança de mudanças, e mudanças para melhor, caso contrário poderíamos ter permanecido com o grupo Cassol, espero que a população de Rondônia não tenha perdido o seu voto acreditando do Confúcio, faça as mudanças que o povo espera, afinal foi para isso que fomos as urnas ao dar uma resposta que não podemos mais conviver com desmandos e ditaduras. Espero que o Senhor Batista fique muitos anos em Ji-Paraná e que nenhum dos cargos comissionaods do atual governo sejam renomeados.

DENILSON DOS SANTOS MANOEL disse...

Com toda clareza, sou funcionãrio do SUS,portanto conheço um pouco, porém, estou convencido de que o "Sistema" pode ser falho, mas, acredito ainda que a falha esta no gerencimento dos recursos. ha uma ingerencia na administraçao dos recursos financiero do SUS. O dinheiro na verdade é pouco, mas, um pouco que nem sempre está sendo aplicado a onde devia

Anônimo disse...

CARO GOVERNADOR ESPERO QUE FAÇA UMA BOA ESCOLHA PARA A GERENCIA DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL DE BSE POIS a atual a chefe senhora eldya flávia ramos e sua companheira susana ceczagno nada estão fazendoi a não ser perseguir funcionários

Fábio Leão França - Coordenador Adm. do Cisdoce disse...

Caro Governador,
sua visita ao Cisdoce aqui em Governador Valadares/MG muito nos alegrou e nos encheu de orgulho. Fomos estimulados por sua simplicidade e simpatia a trabalhar ainda mais arduamente pelo sucesso da saúde pública. Foi um grande prazer conhecê-lo e certamente levarei esta experiência para que sirva de aprendizado para toda minha vida. Obrigado pela oportunidade!
Aqui ficou um admirador de um governador que não fica preso ao gabinete mas sai em busca de novas práticas para melhorar a vida do povo mais carente da presença do Estado. Grande abraço e Deus te abençoe.