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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

NENHUM ESTADO PODE SE AUTORREFORMAR

Por si só o Estado não muda. Há de ter uma força externa para dentro dele, que vem da sociedade, exigindo mudança. Está aí a crise da assistência médica no Estado de Rondônia. E vem de todos os lados os gritos das ruas, a imprensa mostrando a realidade e insustentabilidade de continuar como está. Enfim, o Estado é preguiçoso e só se alenta com o ferrão da comunidade.

É por isto que esta mesma sociedade deve financiar a reforma do seu Estado, patrocinando através das entidades, federações, organizações civis outras, empresas em geral. Porque todos perdem com um Estado perdulário, esbanjador, ineficiente, descontrolado. Quando se vê a luta de empresários brasileiros exigindo que o Estado cobre menos impostos, melhore estradas, facilite o comércio entre países, implante ferrovias, hidrovias e portos - enfim, tudo que possa melhorar a lucratividade e o crescimento de suas respectivas empresas - nada é em vão.

Um Estado caótico prejudica o crescimento empresarial e consequentemente reduz a eficiência do país. A empresa próspera move a vida do povo. Gera riqueza. Faz um ativo transformar-se em capital. Enfim, permite que a sua riqueza interna voe mundo afora.

Quero dizer com isto,  que toda a minha luta para movimentar Rondônia,  no rumo da eficiência da gestão será patrocinada, é o que espero, pelo capital privado, porque desejo mostrar para todos,  que governo e sociedade devem andar sempre de mãos dadas.

2 comentários:

carlos vieira da silva disse...

Permita-me um complemento.

Por si só o Estado não gera mudança, mas é o Estado que irradia tudo, para o bem ou para o mal. A força externa obtém sinergia, se e quando
Estado e sociedade se abraçam num projeto unificado, com quadros que se encaixam num amplo acordo negociado. O mundo não comporta mais donos absolutos da verdade e do saber: veja-se o contrastante exemplo chinês hoje, mesmo numa ditadura: o povo está à frente de tudo o que o Estado orienta e patrocina. Nos Estados dependentes de verbas dos poderes centrais e com um povo movido a contracheques mensais, mudar paradigmas exige a mais bela das negociações: o chamado geral para a mudança, porque só o empresariado não dá conta, até por falta de expertise.

A sociedade deve financiar a reforma do Estado, com patrocínio de entidades, federações, organizações civis, igrejas, esporte e lazer, empresários com espírito social. Os empresários brasileiros enquanto não imitarem minimamente os líderes empresarais dos Estados Unidos da América (não falo nem dos Escandinavos) de fato apenas conseguem reclamar, choramingar, pois não possuem a cultura altruísta de se sentir donos, proprietários da extinção de todas as mazelas. O papo está bom, mas por motimos maiores não posso continuar.

carlos vieira da silva

José Santos Dias disse...

Sr.Governador.Sinceramente desejo-lhe mta sorte no governo.Votamos no senhor, mas nada queremos em retribuição, apenas que faça uma administração boa, tambem voltada para os esquecidos servidores publicos.Não se esqueça dos inativos,que tambem são servidores vinculados ao governo.Gostaria de alertar o nobre governador para não ser vitimas de oportunitas de plantão que se escondem nos partidos.Políticos fracassados nas eleições que estão de olho em cargos, tanto no 1 escalão quanto no 2. Cuidado Governador com um desses fracassados que já foi do PMDB e agora está no PT e por onde passou deixou um rastro de incompetencia e desunião.Encerrando, espero que a gestão de VS. seja profícua.Meus respeitos e simpatia.