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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

AS TECNOLOGIAS SOCIAIS

O Brasil está cada vez mais urbano. E do jeito que vai bem pouca gente fiará no setor produtivo. Vejo que juventude está migrando da roça para a cidade também. O que é uma pena. Creio que em Rondônia, embora, tudo já esteja bem claro, a opção pelo urbano, ainda é tempo de segurar a meninada na roça, trabalhando, impactanto modelos de modernizações na práticas da pecuária e da agricultura, ganhando dinheiro e vivendo muito bem.

A minha opção pela educação rural é radical. O meu modelo é o das Escolas da Família ou EFA (escola família agrícola), que tem várias alternativas que podem ser ajustadas a gosto. O base dela é a integração estreita da escola com a família. Vai e volta pra casa no modelo de alternância. Ainda há um preconceito enorme dos Conselhos de Educação no País que resistem ao modelo. Mas, gente do céu, não tem outra saída.

A educação rural com base na realidade rural, a formação de agricultores, as práticas da agricultura sustentável, a orgânica, a agroindustrialização, as enormes riquezas e possibilidades de incremento de renda e felicidade perto de casa. Isto é de uma grandeza sem fim.

E tecnologia social é tudo que pode ser incorporado, com bases de novas tecnologias, enfim, na área da comunicação, como por exemplo, a Internet a serviço das comunidades, as energias alternativas pelo uso da abundante biomassa, o enriquecimento do solo pela incorporação  do calcário e esterco e matéria orgânica, os jornais, rádios locais, eventos culturais, crédito alternativo, enfim, todas as práticas baratas e inclusivas que se pode praticar no Brasil, cujo objetivo a promover uma  vida melhor para todos.

3 comentários:

rosa disse...

Rosimarpb@hotmail.com
Assistente Social

Sr. Governador, você tem toda
razão em se preocupar com esse setor. No tempo das campanhas pelo menos as que acompanhei pela midia, eu tinha uma preocupação muito grande, porque não se via falar muito no setor da agricultura, se via e ouvia falar muito em saúde, educação e segurança. Mas pensa comigo, como pode haver saúde, educação e segurança, se não houver o pão de cada dia, o arroz com feijão, etc..., sendo que niguem sobrevive sem a comida, e isso tudo vem da terra, tem que ter o agricultor, o pequeno e o grande!! Sempre falo não existe, educação sem o alimento, nem a saúde e nem segurança. Portanto Sr. Governador dê atenção aos agricultores. Pois são eles que sustentam todos nós vivos alimentados! Sou nascida na roça, e sei o quanto é duro e sofrido esse trabalho tão essencial para a humanidade! Há muitos anos me mudei para a cidade, mais meu pai ainda é um agricultor lutador. Abraços e desejo que o senhor faça um bom governo. Busque sempre a direção, de Deus, pois é Ele que dá sabedoria e discernimento a quem pede.

Anônimo disse...

Com a experiencia de extensão rural, podemos entender desse exodo rural dos jovens é em virtude da falta de valorização por parte da familia e do incetivo ao agronegócio.
O que precisa é um trabalho mais eficaz na sensibilização dos proprietários em valorizar o filho, disponibilizar parte da propriedade para ele ter seu proprio dinheiro, podendo sonhar um futuro melhor para ele. E o governo, claro ter um setor de agronegóci eficiente no que tange abrir portas de comercio para a produção agricola da pequena propriedade rural.

Constantino Lagoa.'. disse...

A cidade sempre exerceu um fascínio enorme sobre o homem do campo e isto não é de hoje. As "facilidades" com que o homem urbano tem por residir na cidade já é um ponto a favor deste. Escola perto de casa para o filho estudar, a mercearia ou o supermercado mais próximo de si, o hospital, as ruas iluminadas, o comércio,enfim, são inúmeras as vantagens que o homem da cidade tem sobre o homem do campo e não adianta dizer que na zona rural o ar é mais saudável, as noites são poéticas. Esse fascínio do urbano sobre o rural não é um fenômeno só nosso. Nos anos 70 da século passado a Alemanha também enfrentou esse tipo de problema. Por outro lado, quando era professor do ensino médio no campo no município de Cacoal, muitas vezes durante as aulas de geografia, tratávamos desse tema e ficava feliz em ver que a maioria dos jovens não pensavam em sair da região; mas reclamavam muito e até perguntavam por que as carteiras que vinham para as escolas eram sempre velhas e muitas outras perguntas e isto refletia muito pois se sentiam cidadãos de segunda classe. Um dia, na escola municipal da linha 14 no distrito de Divinópolis um aluno me perguntou quanto eu ganhava como professor e lhe falei que ganhava 1.200 Reais e ele desapontado disse que preferia ficar trabalhando no sítio com a família pois ganhava muito mais e naquele momento senti que o Estado estava perdendo um professor.