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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SALVE DANILO STREIT

Um novo impulso à agricultura de Rondônia ou sua recuperação, conforme se queira encarar, passa necessariamente por uma garantia aos produtores: preço sustentável. Nenhum agricultor fica na atividade, se não tiver uma remuneração adequada para sua produção. Pode até ficar, mas em condições de subsistência, sem perspectivas e sem criação de riquezas.


Temos, portanto, uma meta a atingir: a recuperação da agropecuária do Estado de Rondônia. E como poderá ser feito isto?

É um trabalho grandioso que demandará alguns anos. Vou tentar traçar um roteiro para as ações.

1. Levantamento das disponibilidades de basalto em todo o estado.

Acreditamos que a CPRM poderá ser contratada para fornecer as ocorrências.

2. Localização das minas

À exemplo do calcário, seu preço deverá ser o de rocha moída. O que realmente encarece é o frete. Desta maneira, os possíveis locais de fornecimento de matéria prima, devem estar localizados em pontos estratégicos, minimizando os custos de transporte para os consumidores.

3. Regularização da exploração

Licença de exploração do DNPM

4. Licitação para exploração da minas e fornecimento do pó de basalto.

5. Produção de “composto orgânico” em escala

O composto orgânico vai atuar na “vida do solo” viabilizando e acelerando a solubilização do pó de rocha. A produção em escala pode ser obtida nas estações de tratamento de lixo urbano ou, também, da serragem de madeiras trato dom compostos especiais que permitem obter o húmus no prazo de até 72 horas.

6. Estratégia de ação

Com a matéria prima disponível, deverá já estar pronto o projeto para o programa considerando os seguintes pontos e nessa ordem:

• Horti-fruti-granjeiros

• Pastagens

• Recuperação de áreas degradadas e implantação de lavouras mecanizadas.

(sugestões que me foram enviados pelo Engenheiro Agrônomo e pioneiro deste Estado Dr. Danilo Streit).

8 comentários:

demoraes65 disse...

Governador, aqui é o Marcelo de Moraes, repórter da sucursal de Brasília do jornal O Estado de S.Paulo. Estou fazendo uma matéria para amanhã, dia 29, sobre seu blog e queria conversar com o senhor sobre isso. Pode até ser por e-mail se o senhor achar mais prático. Meu contato é 61 3426-7858 e meu e-mail é Marcelo.moraes@grupoestado.com.br. Obrigado e um abraço.

Luiz Rodrigues disse...

Tenho acordo com a maioria dos pontos levantados, no sentido de fazer uma verdadeira recuparação do setor agropecuário rondoniente. Apenas para pontuar os principais:

1 - recuperação da vertilidade dos solos - aí se encaixa uma boa estratégia de obtenção e distribuição de calcário, incentivo ao uso de sistemas naturais de conservação de solos e mecanização adequada.

2 - garantia de preços ao produtor - o país já tem os intrumentos (PGPM, PAA entre outros) mas esses intrumentos são pouco utilizados no Estado, diversificação de produtos e melhoria da qualidade.

3 - adequação ambiental das propriedades - não há como ignorar que a agricultura está em conflito com as leis ambientais, sem dúvida que uma parte do problema pode, e deve, ser solucionado apartir de uma revisão de alguns dispositivos, mas certamento terá que haver um esforço grande do poder público e dos produtores para mudar algumas práticas.

M.Shizuno disse...

EU ESCREVI PARA O SR NO SEU E-MAIL.

carlos vieira da silva disse...

Não dá para sentir tanto no Estado de Rondônia a falta de produção, mas sua comercialização. A Índia e China, para começar por gigantes, estão ávidos por produtos agrícolas e mesmo em alguns lugares do Brasil a comercialização agora que se está orgnizando para exportar. Há várias abundâncias no Estado que não se comercilizam.
Alguns gerentes do Banco do Brasil conhecem muito bem esses gargalos de escoar produtos agropecuários.

Acredito que ao aumento da produção e da produtividade se devia aliar COMO COMERCILIZAR DE MODO MAIS EFICIENTE E EFICAZ O QUE SE PRODUZ NO ESTADO DE RONDÔNIA. Só depois ou simultaneamente se poderia partir para novos desafios.

carlos vieira da silva

Anônimo disse...

Pode até ser interessante a ideia, só que existe outras formas mais rápidas e com medidas mitigadoras para a recuperação da fertilidade do solo do que simplesmente investir em composto, esta idéia está muito a quem da tecnologia existente que é muito mais prática e produtiva. Compostagem é uma coisa, humus é outra.
Esta ideia volta a tecnologia na idade da pedra, e também não é uma coisa para grandes produções, e sim fundo de quintal.
Também sou Engenheira Agrônoma e não acho que desta forma é uma saída para milhares de agricultores familiares com necessidade de retorno rápido. Agora o vilão da história para a agricultura familiar é sim o AGRONEGÓCIO. Que tal o Governo com seus constatos investir no agronegócios, abrindo horizontes dos produtos de pequeno porte que pode ser muito bem produzidos aqui, valorizado o trabalho da EMATER que tem muitos técnicos e agrônomos que já são pagos para orientar o produtor a produtor, faltando apenas o agronegócios a micro indústria para impulsionar a agricultura familiar. Pense nisso, já tem em mãos orientação técnica. O produtor produz tudo, desde que tenha agronegócio. Abraço e sucesso.

Anônimo disse...

Senhor Governador,
NOssos produtores no Estado de Rondônia são acomodados, porque vivem da atividade da pecuária do leite dizendo que não sobra tempo para mais nada. Contudo, quando abriu a compra direta PAA em alguns municipios do Estado poucos produziam hortifrutigrangeiros para a venda, assistiram de perto os que ingressaram na venda direta, agora é um sucesso, ficam disputando uma vaga. Então penso, são preguiçosos ou falta incentivo. Creio que na esfera governamental tivesse um setor só de abrir mercado fora para escoar a produção do Estado, facilitaria o estado sair da monocultura (leite), pensariam de forma diferente, aproveitaria melhor a mão de obra dos jovens, aumentava a renda da propriedade. Uma parte desse processo já está disponivel, que é o trabalho da EMATER na assistência técnica, a verdade função da EMATER.

Anônimo disse...

Sr. Governador;

Parabéns por esta ação necessitamos de corrigir urgente o PH dos solos degradados do nosso estado principalmente nas proximidades de PVH, pois a degradação do solo nesta região é muito séria, ouvir o Engenheiro Danilo é importante pois ele é muito competente.

Alan Jonas Rezende
JI PARANA

Anônimo disse...

Senhor Governador do Estado de RO.

Só peço a Deus que te ilumine nas suas ideias e propostas para nosso Estado.

Sou imigrante a 27 anos e nunca imaginaria que "nosso estado" pudesse ter a oportunidade de ter eleito uma pessoa tão aberta como V. Execelência.

Estou sonhando a cada dia com o inicio de seu governo.

Com 52 anos de idade, acho que agora acertei um voto e ele sera seu para a reeleição e quem sabe para substituir a Dilma.

E isto ai governador, Rondonia é um estado A G R I C O L A.

Temos tambem um grande horizonte na piscicultura. Dinheiro para projetos não falta.

Deus lhe abençoe.