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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O TRÂNSITO ENSANDECIDO

Mesmo médico, como sou, não tenho explicação para justificar a transformação do homem comum em monstro. Quando o homem comum transcende-se ao entrar num carro. Fica ainda mais ensandecido quando dirige o seu veículo numa cidade. 

É muito dificil de explicar toda esta hierarquia das ruas, quando o cidadão dirige algum veículo. Tem uma ordem nesta casta sobre rodas. O motorista da carreta é superior ao caminhão, o caminhoneiro é superior ao automóvel, o automóvel é superior ao motoqueiro, o motoqueiro é superior ao carroceiro, o carroceiro é superior ao ciclista e o ciclista é superior ao pedestre comum. Este, de qualquer forma que esteja, ao andar a pé, passa a ser um "zé ninguém" na escalada do trânsito.

Ainda tem o preconceito maior se for mulher ao volante.

Não sou psiquiatra, nem psicólogo, nem psicopedagogo e nem psicanalista, mas, com certeza dá para fazer um belo doutorado com este segmento. É função do adminstrador público,  por uma certa ordem neste caos das ruas,  porque ele é responsável pela sangria dos recursos na saúde pública e o drama dos hospitais de urgência.

O homem público tem o sagrado dever de promover a educação coletiva. Criando hábitos saudáveis nos cidadãos para que possam conviver harmoniosamente em sociedade, mesmo que seja um equilíbrio instável. As cidades devem ser educadas pelo seu governante. E a liberdade de cada um, base da democracia, está no estrito cumprimento de leis. O seu limite é o limite da lei. Nem mais e nem menos.

Podemos começar por aí. Dando conhecimento a todos destes limites estritos. Senão seremos remetidos à barbárie absoluta.

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