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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O GOVERNO K

No dia 5 de janeiro de 2004, ainda era Deputado Federal, escrevi o texto abaixo, como crônica, veja a minha profecia:

"Estou olhando o Governo de Rondônia com binóculo. Tudo fica longe e tudo fica perto, é um simples ajuste no botão. O que vi durante o ano é que o K tem uma invejável capacidade de andar. Viaja bem pelo Estado, corre linha, estica-se por distrito, roda cidade. Celebra a missa de corpo presente. Como se dissesse: - "estou aqui, o Governador perto de vocês, esta é a diferença".

Feliz do povo que tem na política, gente que faça oposição. Oposição é o contraponto necessário a qualquer governo, principalmente no presidencialismo, onde o executivo impõe a sua vontade soberana. A partir desta condição, entra um componente perigoso, que é a imposição da vontade pessoal, da construção da prioridade equivocada, os lances de vaidade e do forte componente emocional nas decisões.

K anda de largo, sem uma competente oposição. Aqui e ali vozes chiam e o povo, como sempre, mantém-se distante, indiferente às ações do seu governo. Apenas, as  simpatias ou antipatias silenciosas, mas, seguem os seus próprios movimentos e vidas. Enquanto isso completou 365 dias em Rondônia. Não deixou de ser um estilo singular, bem diferente dos governos da cercania, como Jorge Viana (Acre), Eduardo Braga (Amazonas) e Blairo Maggi (Mato Grosso).

Há governos previsíveis, que trabalham dados e indicadores e, a partir deles, traçam o seu projeto de desenvolvimento e de metas. Há os personalistas, que culturam o mito da própria imagem. Centralizam decisões, desprezam as estatísticas e administram simplesmente os dias. Tudo no atropelo das provocações e numa simples reação aos inúmeros  interesses que lhes batem as portas. Há também aqueles que são considerados factuais. Seguem à frente semeando fatos, atropelando acontecimentos e fazendo-se lembrar pelas trombadas e contradições.

Vejo K como um Governo solitário, ele mesmo vende a sua imagem. É o corneteiro do quartel.  Quem dele fica perto é por mero interesse, obra, cargo ou negócio. Não é um homem de militância espontânea e que tenha o seu nome no coração do povo. Foi fruto de um acaso perdido, do natural fluir dos acontecimentos. Incapaz de  mentar o seu único aliado em Brasília. Mais do que evidente, a bancada de senadores e deputados federais mantém irrestrito o apoio ao Estado de Rondônia, evidentemente, inclui o K na condição de Governador. O que chamo de apoio institucional. O frio apoio sem alma e sem o pulsar da emoção.

Quem o vê falar dos seus feitos nas estradas, no decantado cascalhamento de todas elas, pode até pensar num feito extraordinário. Somados as vicinais de Machadinho do Oeste de Governador Jorge Teixeira, apenas dois pequenos municípios, tem igual dimensão da quilometragem das estradas estaduais. Cerca de 5.000 quilômetros. Os municípios pelejam e fazem o dever de casa, sem nenhuma divulgação fantástica.

Aí eu penso: - que seria de Rondônia sem os prefeitos? E me indago sobre o real papel que justiça a existência do próprio Estado? Como está nada mais é do que um simples atravessador ruim de recursos. O ICMS é recolhido no município, não é favor retorná-lo convenientemente ao seu povo. Os recursos da saúde, uma simples distribuição, obedecidos a critérios epidemiológicos. E no mais, o papel do Estado é não atrapalhar o povo, apoiar as boas iniciativas, prover a justa distribuição da renda e criar programas especiais dentro da realidade e da necessidade.

Li as declarações do K no balanço de 2003, nos jornais do dia 31 de dezembro. Apenas, generalidades, expressões vagas, nada sem eixo e nexo. É o que chamo de Governo imprevisível.

3 comentários:

Anônimo disse...

quero parabenizar o pensador confucio moura pela clareza de idéias e também ideais demosntrados neste texto que de fato representa a personalidade do ksól.

Anônimo disse...

governado descupe os erros. mas a onde naci não tinha santa marcelina, mas vamos no que enteressa ao ler o que o sr escreve cheguei a uma cloncusão vejo um homen com muinto mais coragem do que os fanfarrões que ja conheci no 16 anos que estou no meio politico mas o amigo esta cercado de muinta gente que ira dessepicionalo as tragedias anuciadas eu não tenho medo por que sei sr não si intimida com os cascaveis os danadinhos os amorins os muletas oa kssols os raupps as marinhas.com esses eu estou tranquilo meu pai tinha um ditado muinto sabio ele disia assim olha meu filho o homen mais valente e um homen com a rasão e um onesto,e um homem justo, ate o momento o sr esta sendo assim, a o encontro do sr com o mais enpougado militate e coroneu eleitorau o braçal sem diser outra coisa vou diser so assim que gratidão linda o sr mi demostrou a gratidão do sr era visivel e sinssera sem alame olhando no olho dele eu fiquei admirado com tanto carinho e felis por que conclui que grassas a DEUS QUE TEREMOS UM GOVERNADOR DE CARNE OSSO E SENTIMENTO UM ABRAÇO (a governador olha adelino, walter jesualdo neudi. quer ter um governo tranquilo o homen e neudi. neudi e conpridor de seus acordos e falar dos homens da nossa politica eu classifico nunca como bons mas menos ruins e hoje na assebleia o menos ruin e neudi

neto disse...

essa e verdade que esta escrito por homem cabeça fria e de pensamento solido .. digo mais confucio com seus ideais vc sera o melhor governo que rondonia sonhava em ter e o povo almejava.... parabens confucio vc escreveu a historia politica do hritler ksol;;;;;;