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domingo, 19 de setembro de 2010

MUDAR O MEIO RURAL RONDONIENSE



Se  nós não mudarmos o meio rural rondoniense ele irá pouco a pouco se esvaziando ainda mais. Por acaso, você já pensou a vida do trabalhador rural?

Antes era assim e ainda hoje também, em grande parte, é assim: machado, cavadeira, enxada, machado, enxadão, foice, esticador, ombro para carregar lasca, motossera, suor de lavar a roupa, mais suor, mais dor nas costas, mais esforço.

É um trabalho extenuante. Duro.

Dá para ser diferente hoje em dia. Levar pra roça a tecnologia, a cara e a barata, a tecnologia social, tudo que possa diminuir o esforço fisico e aumentar a renda. Saber plantar, saber colher, saber vender. Saber, enfim, ganhar dinheiro.

A base é o conhecimento. Estudar. Educar os filhos para ficarem por perto. Para ajudarem na roça com nova tecnologia, como a agroindústria rural, aproveitar o que se tem na propriedade, leite, café, cana, mandioca, fruta e transformar tudo em produto acabado, por rótulo, certificação, qualidade, assistência e vender em qualquer lugar, como um produto bom e gostoso.

Usar ferramentas da informática, para aprender e para vender. Ter telefone em casa, conforto, computador para comprar e para vender.  Usar trator, calcário, adubo orgânico e trabalhar a terra com uma nova fisionomia e assim, o cemitério tecnologico jogado fora, deixado sob lonas, largados, os equipamentos cedidos por emendas de deputados, de governos, sem serventia, porque o homem rural não foi preparado e nem ajudado a produzir melhor. É um crime fazer isto. Não deixa de ser uma enganação.

Dá para fazer diferente. Com um novo modelo de escola rural. Formar o menino para ser agricultor, talvez, quem sabe, uma adaptação das ESCOLAS FAMÍLIAS AGRÍCOLAS (EFAS) possa ser o grande modelo da transformação.

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