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sábado, 9 de janeiro de 2010

Nova Economia


Não existe nova economia. O que existe é vontade de fazer as coisas. Até mesmo trocar a palavra “promover” por “forçar” o desenvolvimento. Pra isto precisa de coragem. Coragem de fazer um rompimento frontal com a situação vigente. Com a calmaria que as coisas vão se conduzindo. Rondônia pode e deve ser um grande Estado. Perfeitamente possível. Mas, alguns pontos devem ser encarados. Será preciso uma boa crise pra se gerar uma melhor solução.
Uma coisa é certa, esta administração deve continuar com farol alto para a nossa economia. Creio que a Prefeitura deve iniciar o incentivo à produção local de café, cacau, banana, açaí e outras frutas. Não em grande escala. No entanto que todo sitiante, chacareiro, médio e até grandes produtores diversifiquem suas produções, em pequena quantidade, focados no cuidado intensivo, boas práticas, como irrigação e manejo da cultura.
A CEPLAC tem manual de belos consórcios, café com cacau, cacau com açaí. Ariquemes não pode viver da monocultura do leite e do gado de corte. Além do peixe outras atividades agrícolas devem ser fomentadas. O setor mineral é o que deve ser revisto. Ele tem vivido num permanente estado de mesmice. É minério bruto que sai e que vai, sei lá pra onde, por aqui ficam dramas sociais. Pouco ou nada deixa para o povo.
A melhoria de pastagens. Comida boa para o gado. Este debate deve ser feito por técnicos e com produtores. Cadastrar os interessados. Oferecer cursos mensais para todos. Em Crissiumal a prefeitura pagava um bônus de freqüência. Um acordo com os bancos só financiar quem fizer curso. Primeiro preparar para depois efetivar a mudança. Curso e mais curso. Incansáveis cursos, dias de campos, ônibus para visitações de culturas de sucesso. A Prefeitura no meio de tudo isto.
Trabalhar o cenário do setor terciário, os serviços, a tecnologia final e modernização da agricultura e da pecuária e sair das práticas coloniais dos tempos da escravidão de negros e índios.


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