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sábado, 18 de dezembro de 2010

FAZER O ÓBVIO NA EDUCAÇÃO - QUANDO COMEÇAR?

Japão, Coréia, China, Chile, Estados Unidos, enfim, todos que cresceram e prosperaram, fizeram sempre a mesma coisa - investiram na educação.

Foi só isto o motivo do sucesso deles. E este "só isto" foi o bastante para mover o motor destes países. Depois do investimento sério na educação, é só esperar, que as coisas irão se encaminhando naturalmente.

Não faz muito tempo, ainda peguei esta fase, onde a escola pública era bem melhor. Estudei no interior de Goiás, cidade pequena e isolada, saí de lá para Goiânia, com a oitava série, passei na primeira prova para emprego, fui para o ensino médio, no Liceu, público, fiz o Colégio Universitário (terceirão na própria universidade) passei em dois vestibulares  - medicina na Universidade Federal de Goiás e Engenharia na Universidade Nacional de Brasília.  Nem cursinho fiz. Passei direto.

E o tempo passou, hoje, inacreditavelmente, a escola pública piorou. Que coisa? Fico pensando, tudo isto foi muito anormal, porque o mundo evoluiu muito, a tecnologia tomou conta de tudo, Shopping Center, aviões, computadores, e o nosso Brasil foi voltando para trás na educação, querendo voltar  para o século XIX, o mundo puxando pra frente e o Brasil puxando pra trás na educação.

Só pode ser macumba.

Eu quero contribuir para recuperar o prejuízo. Não digo vou zerar o saldo negativo. Eu quero aumentar o investimento na educação, hoje, sobra pouco para investir, cerca de 10%. Com este dinheiro não dá para se fazer o choque. O que me resta é cortar. Cortar na carne. Ainda este ano reduzir aluguéis, negociar contratos de tudo, de limpeza, de vigilância, economizar energia, água, papel, cartucho, Xerox, empresas de informática e tudo o mais que sangra a educação.

O dinheiro tem que chegar à escola. Temos que comprar comida na agricultura familiar. Chega de ficar comprando conserva de milho verde, goiabada de Minas Gerais. O dinheiro é este. Não posso esticá-lo e no mais é buscar dinheiro fora. Não contratar ninguém que não seja pra trabalhar muito. E vamos acabar com esta pouca vergonha de penduricalho de gente no serviço público. Tem muito emprego na praça.

Eu sei, que tudo mundo está esperando uma palavrinha sobre aumento de salário. O que eu posso dizer que é trabalhador na educação, estou falando agora só de educação, pode contar comigo. Não quero greve. Não terá greve comigo. Nem precisa pedir. Quando puder já vou oferecendo ganhos para os trabalhadores, porque não aceito, de jeito nenhum mil e duzentos reais para um professor com 40 horas.

Com que cara eu posso chegar ao céu, um governador que não fez nada pela educação, com este pecado mortal, serei jogado nos tanques de azeite fervente, para nunca mais sair. Eu não quero isto. Eu quero ir pro céu e ficar no meio dos professores. Já pensou, depois de morto, lá em cima, levar um ovo chôco na cara?

23 comentários:

Anônimo disse...

Belas palavras, sem educação de qualidade não vamos em frente!!
Esta acontecendo como você queria... uma nova Rondônia!!!
Obrigada

Hélen,

P.Nascimento disse...

Sr.Governador adorei o que o senhor postou hoje, está de parabéns, eu acredito na sua administração.

Alessandra Dias disse...

Prezado Governador,
Encaminho matéria sobre a educação.
Boa leitura!
alessandracsmd@yahoo.com.br

Brasil avança, mas permanece entre os últimos em ranking internacional de educação

Segundo resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, divulgados nesta terça-feira, alunos brasileiros ficaram em 53º lugar em ciências e português e em 57º em matemática

O Brasil está entre os três países que alcançaram a maior evolução no setor educacional na última década. É o que apontam os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, divulgados nesta terça-feira (7). Apesar disso, o país ainda ocupa os últimos lugares no ranking entre os 65 que fizeram o exame em 2009. Os alunos brasileiros ficaram em 53º em ciências e português e em 57º em matemática.


A avaliação é realizada a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e verifica o conhecimento de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências. No ano passado, participaram 65 países.


O Brasil ingressou no Pisa em 2000. Desde então, a média entre as três provas - considerando os resultados em leitura, matemática e ciências - subiu de 368 para 401 pontos. Nesse mesmo período, apenas dois países conseguiram melhorias superiores aos 33 pontos alcançados pelo Brasil: Chile (mais 37 pontos na média) e Luxemburgo (mais 38 pontos). Na média, os países-membros da OCDE ficaram estagnados de 2000 a 2009, sem avanços.


O Brasil estabeleceu metas de melhorias no Pisa, como as que já existem para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Para 2009, o objetivo era atingir 395 pontos, o que foi superado. Em 2021, o país precisa alcançar 473 pontos, média dos países da OCDE.
Ranking
No topo do ranking, considerando a média entre as três disciplinas, está a província de Shangai (577 pontos), na China, que por ser autônoma participa do Pisa de forma independente. Em seguida vêm Hong Kong (546), a Finlândia (543), Cingapura (543) e o Japão (529).

Os países-membros da OCDE atingiram em média 496 pontos - 95 a mais do que o Brasil. Na lanterna estão a Albânia (384 pontos), o Catar (373), Panamá (369), Peru (368) e Quirziquistão (325).

Apesar da melhoria no desempenho dos alunos, a nota de matemática ainda é a mais baixa entre os componentes avaliados pelo exame. Em leitura, a nota passou de 396 para 412 pontos e em ciências, de 375 para 405. Ainda que as médias do Brasil tenham evoluído, dentro de uma escala de 1 a 6 estabelecida pela OCDE, o país ainda ocupa o nível 2 - em média, os países-membros da OCDE estão entre os níveis 3 e 4.


O relatório da avaliação mostra ainda que os meninos têm melhor desempenho em matemática do que as meninas: 394 pontos para eles, contra 379 pontos para elas. Mas as estudantes do sexo feminino são melhores em português (425) do que os homens (397). Em ciências, os resultados foram semelhantes, com uma diferença de três pontos a mais para eles.

Ideb


O relatório da OCDE também destaca a criação do Ideb como ação importante para a melhoria dos resultados e aponta o Brasil como exemplo a ser observado por outros países com baixa proficiência.


"O país investiu significativamente mais recursos em educação, aumentando os gastos em instituições de ensino de 4% do PIB [Produto Interno Bruto] em 2005 para 5% em 2009, alocando mais recursos para melhorar o salário dos professores. Também gastou o dinheiro de forma mais equitativa do que no passado. Recursos federais agora são direcionados para os estados mais pobres, dando às escolas recursos comparáveis aos que são disponibilizados nos mais ricos", diz o relatório, em referência ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), criado em 2006.

(Com informações da Agência Brasil, 7/12)

Fonte: Jornal da Ciência - de 07 de Dezembro de 2010.

Anônimo disse...

Sr. Governador,
Encaminho matéria sobre a educação no país.
Brasil avança, mas permanece entre os últimos em ranking internacional de educação
Segundo resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, divulgados nesta terça-feira, alunos brasileiros ficaram em 53º lugar em ciências e português e em 57º em matemática
O Brasil está entre os três países que alcançaram a maior evolução no setor educacional na última década. É o que apontam os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2009, divulgados nesta terça-feira (7). Apesar disso, o país ainda ocupa os últimos lugares no ranking entre os 65 que fizeram o exame em 2009. Os alunos brasileiros ficaram em 53º em ciências e português e em 57º em matemática.
A avaliação é realizada a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e verifica o conhecimento de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências. No ano passado, participaram 65 países.
O Brasil ingressou no Pisa em 2000. Desde então, a média entre as três provas - considerando os resultados em leitura, matemática e ciências - subiu de 368 para 401 pontos. Nesse mesmo período, apenas dois países conseguiram melhorias superiores aos 33 pontos alcançados pelo Brasil: Chile (mais 37 pontos na média) e Luxemburgo (mais 38 pontos). Na média, os países-membros da OCDE ficaram estagnados de 2000 a 2009, sem avanços.
O Brasil estabeleceu metas de melhorias no Pisa, como as que já existem para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Para 2009, o objetivo era atingir 395 pontos, o que foi superado. Em 2021, o país precisa alcançar 473 pontos, média dos países da OCDE.
Ranking
No topo do ranking, considerando a média entre as três disciplinas, está a província de Shangai (577 pontos), na China, que por ser autônoma participa do Pisa de forma independente. Em seguida vêm Hong Kong (546), a Finlândia (543), Cingapura (543) e o Japão (529).
Os países-membros da OCDE atingiram em média 496 pontos - 95 a mais do que o Brasil. Na lanterna estão a Albânia (384 pontos), o Catar (373), Panamá (369), Peru (368) e Quirziquistão (325).
Criado em 2005, o concurso contou neste ano com a participação de 19,6 milhões de alunos. "Eu era cético quanto ao impacto das olimpíadas no desempenho, mas já existem estudos que comprovam essa relação", disse o ministro.
Apesar da melhoria no desempenho dos alunos, a nota de matemática ainda é a mais baixa entre os componentes avaliados pelo exame. Em leitura, a nota passou de 396 para 412 pontos e em ciências, de 375 para 405. Ainda que as médias do Brasil tenham evoluído, dentro de uma escala de 1 a 6 estabelecida pela OCDE, o país ainda ocupa o nível 2 - em média, os países-membros da OCDE estão entre os níveis 3 e 4.
O relatório da avaliação mostra ainda que os meninos têm melhor desempenho em matemática do que as meninas: 394 pontos para eles, contra 379 pontos para elas. Mas as estudantes do sexo feminino são melhores em português (425) do que os homens (397). Em ciências, os resultados foram semelhantes, com uma diferença de três pontos a mais para eles.
Ideb
O relatório da OCDE também destaca a criação do Ideb como ação importante para a melhoria dos resultados e aponta o Brasil como exemplo a ser observado por outros países com baixa proficiência.
"O país investiu significativamente mais recursos em educação, aumentando os gastos em instituições de ensino de 4% do PIB [Produto Interno Bruto] em 2005 para 5% em 2009, alocando mais recursos para melhorar o salário dos professores. Também gastou o dinheiro de forma mais equitativa do que no passado. Recursos federais agora são direcionados para os estados mais pobres, dando às escolas recursos comparáveis aos que são disponibilizados nos mais ricos", diz o relatório, em referência ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), criado em 2006.
(Com informações da Agência Brasil, 7/12) Fonte: Jornal da Ciência - de 07 de Dezembro de 2010.

carlos vieira da silva disse...

Cuidado com o modelo argentino de educação. Lá eles são várias vezes mais educados do que a média brasileira, segundo índices de educação para a América do Sul. Agora são (os argentinos) mais voltados ao mundo das letras, enquanto que o progresso hoje é o da técnica, da ciência, da matemática e da pesquisa, sem desprezar claro as letras.
carlos vieira da silva

Anônimo disse...

ESPERO QUE O SENHOR REALMENTE VERIFIQUE A SITUAÇAO DE PROFESSORES E OUTROS QUE SAO SEDIDOS PARA Á PREFEITURA E CONTINUAM RECEBENDO O SALÁRIO E MAIS PORTARIA.COMO MELHORAR O SALÁRIO DAQUELES QUE REAMENTE ESTAO NA SALA DE AULA,ACHO ISSSO UMA INJUSTIÇA.EM MONTE NEGRO POR EXEMPLO PROFESSORES EMERGENCIAIS FORAM SEDIDOS PARA A PREFEITURAE OUTROS NUNCA FORAM TRABALHAR PORQUE ERAM APADRINHADOS DO DEPUTADO DA CIDADE.POR FAVOR NÃO DEIXE ISSO ACONTECER NÓS PROFESSORES ERAMOS HUMILHADOS NO GOVERNO ANTERIOR,POR FAVOR NÃO PRECISA NEM POSTAR QUERO QUE FIQUE CIENTE DAS BABARIDADES .PROVALVEMNTE SÃO AS MENORES. CONFIAMOS NO SENHOR ,E JESUS ABENÇOE .DESCULPE,MAS NÃO AGUENTO TANTA INJUSTIÇA.

NILTON FROTA disse...

Parabens governador, gostei da forma direta que está se comunicando com o povo, acredito que é uma forma de incentivar a nossa participação com esta linha direta com vossa senhoria. Sou professor do Estado, aqui em Porto Velho. Gostaria que essa ferramenta também pudesse ser utilizado por nossos alunos nas escolas, pois hoje se fala da informatização das escolas, mas sabemos que é só propaganda, a grande maioria dos nossos alunos não tem acesso na escola a este setor, temos computador, não temos internet (ou tem um dia e dez não) e não possuimos profissional habilitado para trabalhar no laboratório de informática, a SEDUC orienta colocar neste setor, qualquer servidor adaptado (as escolas estão cheias disso). Sugiro criar um setor de verdade especializado em deixar esses servidores "encostados", pois na escola a maioria não trabalham e atrapanham, pois são vistos como apadrinhados do diretor ou de alguem da SEDUC, pois não sabem na maioria das vezes como aqule servidor "saudavel" está fora de sala de aula. Nos professores estamos muitos esperançosos em seu governo, que realmente não vire o rosto para a educação como os governos anteirores o fizeram, até por que se mais uma vez isso acontecer,os bons profissionais que ainda restam não ficaram mais na educação, o senhor também será culpado por colaborar com a extinção da profissão de Professor, lebrando um velho colega de trabalho que falou isso em um auditório há oito anos atrás,que com governantes como esses (o que está terminando)brevemete teremos essa profissão extinta. O professor forma todos os profisionais (engenheiros , medicos, advogados, etc), de todos que passaram por uma faculdade, ele é o que recebe a menor remuneração, imaginem quando ele não existir mais, teremos PESSOAS na educação dando aula e formando "profissionais" de mentira, médicos que serão açougueiros, engenheiros que serão mestres de obras (cuidado com a obra, ela pode cair), bachareis em direito que não conseguem ser advogados, e tantas outras profissões que encontraram na educação um jeito de fazer um bico até conseguirem um bom emprego. SERÁ QUE ISSO VAI ACONTECER, OU JÁ ESTÁ ACONTECENDO.
Como falei anteriormente, nós professoes estamos com muita esperança em V.Sa., esperamos que não nos desaponte, e que Deus o guie em suas decisões. Sucesso em sua administraçao.

carlos coqueiro disse...

Governador Confúcio Moura,
Por acreditar em sua moderna gestão, creio, firmemente, que seu governo fará "uma revolução na educação". A assunção de Jorge Elarrat na Seduc, e a determinação de V.Exa., sinalizam na direção dessa inadiável conquista tão esperada dos professores e do povo de Rondônia.
jccoqueiro@yahoo.com.br

João Gouveia disse...

Melhores salários, inclusive, para que a carreira de professor atraia bons profissionais que migram para outras profissões por não enxergarem melhoras na educação. Contamos com o novo governo para mudar a cara da educação no estado de Rondônia!

Anônimo disse...

Bom as palavras sãolindas,agora vamos ver se os seus secretarios vão tbm de garra como vc diz. Espero q tenha acertado.

hellyanny disse...

Parabéns por ter esse olhar para educação,quando começou a campanha eleitoral comecei a rascunhar um projeto que acredito que se desenvolvido irá melhorar muito a educação do nosso estado, sou professora e quem vive dentro da sala de aula é que sabe onde as coisas estão dando errado. quero que o senhor leia meu projeto e se for do seu agrado ele poderá ser desenvolvido.Só não sei como faço pra que ele chegue até suas mãos.Um grande abraço!

Anônimo disse...

PARABENS SR.GOVERNADOR, é isso mesmo, os secretarios deverao sair a luta, por exemplo na SEJUS, enquanto os agntes andam em onibus sem freios, o secretarios andam de carroes, que nao sei nem aonde arrumaram dinheiro pra comprar.os agntes lutam pra poder chegar aos presidios, com um onibus de pessima qualidade, chega no Enio Pinheiro o presidio da caindo aos pedaçoes, nunca houve uma reforma nesses oito anos, foi pintado em uma epoca que a direçao ganhou da oab as tintas, os pavilhoes, nao foge quem nao quer.

luiza disse...

caro governador!neste caso,não é céu ,inferno ou macumba,mas sim falta de seriedade dos governantes,achando que podem fazer o que bem entendem dos seus mandatos,mas tenho acompanhado de perto seu blog,e tenho visto muita coerencia naquilo que o senhor tem dito e isto me alegra e muito,então digo"meu Deus" até que enfim um homem sábio no governo,porque o homem sabio anda retamente diante de Deus e diante dos homens."juizes e oficiais porás em todas as tuas portas que o senhor teu Deus,te der entre tuas tribos,para que julguem o povo com juizo e justiça "luiza

Anônimo disse...

Concordo Sr.Governador mas para isso acontecer tem que acabar com os "fantasmas" que estão asssinando pontos apoiados pelas direções de escolas.Para começar eleições para diretores e recadastramento dos funcionários com suas devidas funções.

Anônimo disse...

Professor, uma profissão de Highlander
Fico feliz em saber que sua consciência dói, ao saber que um professor ganha um salário de miséria como o nosso. Como posso fazer uma criança a estudar, se eles vêem os detentores do saber, levando porrada e gás de pimenta como se fossem bandidos em praça pública, profissionais que andam mal vestidos, suados, e se escondendo por baixo dos livros para escapar do Sol ou Chuva, que chegam sempre cansados, por terem que trabalhar três períodos para dá uma vida menos miserável aos seus filhos.
É meu governador, vida de professor não é fácil, cada dia mais políticas educacionais são criadas para atribuírem mais funções ao pobre professor, que já andam estafados de trabalho, afinal para ser professor temos que ser imortal, pois, é a única profissão que não se pode adoecer, pois, temos que trabalhar doente e acidentados, afinal temos que repor as aulas...rs..
Senhor governador, procura saber quanto que custa uma hora aula de um professor de Rondônia, e verifique quanto que ganha um professor nos outros Estados?

Vou orar por sua administração, e que seu lar tenha as mais ricas bênçãos de Deus, no decorrer da sua vida.

Agnaldo A Pereira

Constantino Lagoa.'. disse...

Investir na educação. Novas escolas, melhores salários, professores querendo investir cada vez mais em sua profissão, profissionais de apoio ganhando salário justo, escolas informatizadas e professores contextualizados com as novas TICs, salas de aulas agradáveis.
Muitos serão os desafios para a educação em Rondônia. Temos escolas na capital que de forma alguma poderiam está funcionando; mas estão. Imagine então em muitas cidades do interior? Papel hercúleo para todos. Mas estamos para vivenciar o novo recomeço e desta vez rumo ao futuro!

Anônimo disse...

Parabéns Governador confio e acredito em mudança na educação.Chega de professores de 40 horas que deveriam estar em sala de aula estão sem laudo médico fazendo 20 horas em outras funções,orientadores e supervisores fazendo horário corrido (6 horas) e alguns protegidos assinando todo mês seu ponto e recebendo sem trabalhar.Isso está acontecendo em ARIQUEMES.

rozeira_35@hotmail.com disse...

Bom dia Senhor Governador.
Vou começar meu comentario usando uma frase sua."Quando puder já vou oferecendo ganhos para os trabalhadores, porque não aceito, de jeito nenhum mil e duzentos reais para um professor com 40 horas."
Nós professores também não aceitamos, mas somos obrigados a engolir como uma criança que a mãe obriga a tomar um remédio amargo para lombriga."Não quero greve. Não terá greve comigo." Isso é uma coisa muito dificil de não acontecer por quatro motivos básicos,bem básicos.Primeiro não fomos enguadrados no Plano de carreira,segundo sem reajuste há o8 anos, terceiro ação do salário minimo não paga, tanto para os tecnicos quanto para os professores,quarto escolas sem zeladoras as que tem já chegam na casa dos 60 anos, não dão conta do serviço, porque em uma escola de mais de mil alunos, existe uma merendeira, e duas zeladoras,e por ùltimo escola não se faz só com diretor e professores,ambos tem gratificação, porfessor em sala miseros duzentos reais,diretores depende da tipologia da escola. Mas e as supervisoras, o professor que atende a sala de leitura, o professor da teve escola, o professor da biblioteca?Eles também são professores e trabalham com alunos, no entanto, não tem direito a essa gratificação de 200 reais, nem o sexto de férias.Portanto senhor Governador digo-lhe È IMPOSSIVEL NÃO TER GREVE! A menosé claro se o Senhor Mudar esse triste panorama que ai está.
Desejo-lhe sucesso.
Bom dia.
Profª Jucélia de Vilhena

Daniela disse...

Concordo com a Jucélia. Eu mesma estou nessa situação pois a 6 anos atrás me fizeram uma linda proposta de ser coordenadora de Laboratório de Informática, tudo amparado pelo MEC, um verdadeiro sonho. Mas depois que aceitei virou pesadelo, muitos diretores não nos dão apoio, investi em treinamento, recebi treinamento do MEC e dos Núcleos de Tecnologia, trabalhei e estudei além das minhas horas de trabalho. E o que ganhei? Perdi o sexto de férias e o direito aos 15 dias em julho, não recebo a gratificação de R$ 200,00, todo ano me lotam na sala novamente e depois volto, totalmente instável, de acordo com a falta de professores, e além do mais tenho que escutar piadas de muitos que acham que estou "encostada".
Pelo menos posso dize com boca cheia: O nosso LIE funciona!

Karla disse...

Também estudei em escola pública, e era totalmente diferente do que é hj. Nem penso em colocar minha filha para estudar numa escola pública, mas tenho fé que Deus vai iluminar o Dr. Confúcio e que ele vai mudar essa situação.

Alécio C. Martins disse...

Caro Governador, Sou Policial Militar e também educador, pois faz 07 anos que, como instrutor do PROERD também contribuo para com a aeducação de nossas crianças. A Educação é fundamental para que tenhamos realmente uma sociedade mais igualitária e segura. As questões de segurança pública está intimamente relacionadas à educação e tudo isso, com certeza está relacionada às questões salariais. Acreditamos que Rondônia viverá um novo momento. Todos os funcionários públicos estão na expectativa. Acreditamos que esses 08 anos do governo passado deverão ser logo esquecidos, bem como seus representantes.

Abraços e Fique com Deus

Anônimo disse...

Olá Governador Confucio

Gostaria de saber se ha possibilidades de implantar horario corrido (6 horas)

para parte adminsitrativa da escoal.

Supervisão, Orientação

Anônimo disse...

Senhor governador, Confúcio A. Moura. Seu nome hoje tem sido sinônimo de esperança, não somente à Educação, mas a todas as demais secretarias do nosso estado. Sabe-se que, infelizmente, o antigo governador, vitimou os trabalhadores públicos com seu desprezo em relação aos salários pagos à classe, no entanto, entende-se que, mesmo que o senhor queira, não é possível uma mudança drástica imediata, mas ao longo do mandato acreditamos que isso irá mudar. Mostre Governador ao povo de Rondônia, que embora não haja perfeição, é possível haver esperança na política, se houver um mínimo de moral e temor a Deus por parte dos governantes. Um dia se prestará conta de tudo, e ai dos que não fizeram uso adequado do dinheiro destinado à população, dinheiro público. Contrate os professores aprovados no último concurso e faça como fizeste em Ariquemes e como tens falado na mídia: "investir em servidores de carreira, como fiz em Ariquemes". Boa sorte Confúcio e que o Senhor Deus te ilumine a cada decisão a ser tomada.