Confucio
domingo, 6 de dezembro de 2009
ALTO PARAÍSO - CAMPANHA PELA QUALIDADE DE VIDA
Fui ontem visitar a cidade de Alto Paraíso. Por acaso as Secretarias de Saúde e Açao Social estavam com barracas na praça central, numa verdadeira festa pela promoção da saúde. Sentei numa barraca para medir a pressão arterial. Noutra indaguei sobre a academia, com halteres, barras, bicicleta ergométrica e esteira. Além de outras mesas com a prevenção da DST/AIDS, teste sanguineo para diabéticos, orientação psicológica, fonoaudilógica e médica. Gostei do que vi. A parte cara da saúde é a curativa. Hospital e laboratório. A parte educativa em saúde é tão importante quanto a curativa. Na praça o Prefeito Romeu Reolon quer mostrar ao seu povo que vale mais prevenir, evitar a doença, viver bem, ser feliz. É muito bom se ter saúde, sem dor e com bem-estar mental e social. Ter emprego, família sob controle, comer bem e certo. Por falar em comer aí está o grande perigo. O homem é o que ele come. Estas comidas empasteladas de gorduras e massas fazem muito mal. Além de ganhar peso a pessoa poderá ter aumento das taxas de colesterol no sangue e depois as suas graves consequencias. O cigarro é um veneno. O alcoolismo também. Tudo faz mal se usado com excesso. Além do que a gula é um pecado capital.
sábado, 5 de dezembro de 2009
VOU SUBINDO O PACAÁS NOVOS
Tudo fica incompreendido com o termo "pacaás novos". O que é isto companheiro? Pacaás vem dos índios Pacaás. É todo o universo montanhoso de Rondônia, onde fica o pico mais alto do Estado. E de lá nascem maioria dos nossos rios. Ontem, fui na direção dele. Para Campo Novo de Rondônia, depois do quilômetro 90 da BR 421, o solo começa a se indispor com a monotonia anterior. As rochas se impõem. O revoltoso sobe desce, os vales lindos, os baixios ricos em minérios de estanho. Por ali estão muitos "pontos" de extração mineral. E a visão se esbarra no próximo obstáculo. Mais um morro. Do lado esquerdo o império verde dos índios Uru Eu Wau Wau. Do outro e longínquo A Reserva Estadual de Guajará-Mirim e no entremeio a Reserva Nacional dos Pacáas. Onde tudo é encantador. Deixe este cantinho do mundo como está. Esquecido. Deixe-o assim como se não existisse para que outras gerações possam degustar toda sua riqueza visual e sua extraordinária biodiversidade.
Confucio
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
DEZEMBRO
Cada ano tem o dezembro que merece. E agora estou no dezembro de 2009, pelo que sinto será igual aos demais dezembros que já vivi. Um mês do perdão, quando se apaga tudo de ruim que aconteceu e se mira no futuro venturoso do ano que vem. Os grandes pedidos de todos os anos. Os propósitos de uma vida melhor e diferente. E o novo ano abre a sua porta de vidro. E a gente entra nele como se fosse uma bola sobrenatural. Lá vai o homem de boas intenções. O primeiro passo, segundo e muitos, e o homem é o mesmo.
Eu fico estupidamente atrapalhado com a medida do tempo. Não se poderia medir o tempo em quilos, nem metros, nem em volts. Mede-se o tempo com um rimo talvez das batidas do coração. Talvez com o ir e vir de um balanço pendular onde a criança vai e vem. É outra a medida do tempo, do invisivel tempo. Vou mergulhar neste dezembro e sugar dele todo o seu doce sabor de festas. Degustá-lo integralmente com farofa e frutas cristalizadas ao esplendor das músicas natalinas. Vou sentir este dezembro como único de toda a minha vida. Este mês eu também serei dezembro.
Confúcio
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
FUTEBOL - A PAIXÃO NACIONAL
O povo tem necessidade de alegria. De enlevo apaixonado. É no futebol que o Brasil se identifica tão bem.
Ninguém sabe explicar a razão. Também não precisa querer saber as causas de tudo. Gostar é gostar e basta. E naquele jogo aparentemente inofensivo o torcedor derrama uma emoção estranha - de amor e ódio, tal qual o amante deslumbrado. Tem alguma coisa de freudiano em tudo isto. Talvez o mesmo sentimento da batalha mortal. A de querer submeter o outro a uma certa humilhação. Eu sou o vencedor! e outro, o derrotado. Sem entrar nesta "masturbação" psicanalítica do espetáculo futebolistico, aqui, entre quatro paredes, digo-lhe que também sou um torcedor não tanto quanto fanático, mas, um mais ou menos FLAMENGUISTA. E você bem sabe como é flamenguista. Nem poderia dizer o que sou - melhor que fosse de todos. Não sei o motivo, mas, sou flamenguista deste menino pequeno, quando ouvia o jogo pela Rádio Globo do Rio de Janeiro, com Valdir Amaral. O futebol é o nosso orgulho, que está de bom tamanho. Lá fora são bons em outras coisas e o Brasil se destaca é no futebol, samba, carne e soja. Não está bom assim?
Confúcio
Ninguém sabe explicar a razão. Também não precisa querer saber as causas de tudo. Gostar é gostar e basta. E naquele jogo aparentemente inofensivo o torcedor derrama uma emoção estranha - de amor e ódio, tal qual o amante deslumbrado. Tem alguma coisa de freudiano em tudo isto. Talvez o mesmo sentimento da batalha mortal. A de querer submeter o outro a uma certa humilhação. Eu sou o vencedor! e outro, o derrotado. Sem entrar nesta "masturbação" psicanalítica do espetáculo futebolistico, aqui, entre quatro paredes, digo-lhe que também sou um torcedor não tanto quanto fanático, mas, um mais ou menos FLAMENGUISTA. E você bem sabe como é flamenguista. Nem poderia dizer o que sou - melhor que fosse de todos. Não sei o motivo, mas, sou flamenguista deste menino pequeno, quando ouvia o jogo pela Rádio Globo do Rio de Janeiro, com Valdir Amaral. O futebol é o nosso orgulho, que está de bom tamanho. Lá fora são bons em outras coisas e o Brasil se destaca é no futebol, samba, carne e soja. Não está bom assim?
Confúcio
MEIO AMBIENTE - A BRIGA INÚTIL
Confúcio
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